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Trabalhos de Educ. Física - 11º Ano

 

Voleibol

Autores: Pedro Novais

Escola: Escola Secundária de Fafe

Data de Publicação: 20/06/2009

Resumo do Trabalho: Trabalho sobre o Voleibol (história, regras, curiosidades, etc.), realizado no âmbito da disciplina de Educação Física (11º ano). Ver Trabalho Completo

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Voleibol

Introdução

Este trabalho tem o intuito de se falar a cerca do desporto chamado voleibol. Neste trabalho insere-se uma serie de assuntos entre os quais são a história o seu inventor, as regras do jogo, motivo pela qual foi criado, material, modos de rotação, técnicas básicas para se utilizar em voleibol.

Vai falar acerca do voleibol no Brasil e os campeonatos europeus.

Este trabalho é ir um pouco as raízes do assunto, pois a informação fornecida pelo professor e a necessária para se saber um pouco de como se joga voleibol. E a parte mais teórica é o que se pretende abordar neste trabalho mas no fundo vai ao encontro do da prática as aulas.

Vou falar a cerca do voleibol de praia que foi inventado mais tarde.

História

O voleibol foi inventado em 9 de Fevereiro de 1895 por William George Morgan nos Estados Unidos da América. O objectivo de Morgan, que trabalhava na ACM de Holyoke no Massachusetts, era criar um desporto de equipas sem contacto físico entre os adversários de modo a minimizar os riscos de lesão. Inicialmente jogava-se com uma câmara-de-ar da bola de basquetebol e foi chamado Mintonette, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de volleyball.O criador do voleibol faleceu em 27 de Dezembro de 1942 aos 72 anos de idade.

Em 1947 foi fundada a FIVB. Dois anos mais tarde, foi realizado o primeiro Campeonato Mundial da modalidade, apenas para homens; em 1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. Em 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até a actualidade.

Recentemente, o voleibol de praia, uma modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países, nomeadamente no Brasil e nos EUA.

Nos desportos colectivos, a primeira medalha de ouro olímpica conquistada por um país lusófono foi obtida pela equipa masculina de vôlei do Brasil nos Jogos de 1992. A proeza se repetiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004.

Objectivo

Voleibol é um desporto praticado num campo quadrado dividido em duas partes por uma rede, possuindo duas equipes de seis jogadores em cada lado. O objectivo da modalidade é fazer passar a bola sobre a rede de modo a que esta toque no chão dentro do campo do adversário, ao mesmo tempo que se evita que os adversários consigam fazer o mesmo. O voleibol é um desporto olímpico, regulado pela Fédération Internationale de Volleyball (FIVB).

Regras

Para se jogar voleibol são necessários 14 jogadores divididos igualmente em duas equipes de sete jogadores cada. As equipes são divididas por uma rede que fica no centro do campo. É necessária uma bola. O jogo começa com uma das equipas que devem servir. Logo depois do serviço a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola caia no seu campo usando qualquer parte do corpo (antes só era válido usar membros da cintura para cima, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário sendo permitido dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário. Outra regra importante é que durante o jogo os jogadores não podem encostar na fita branca acima da rede. O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos.

Medidas do campo

As partidas de voleibol são confrontos envolvendo duas equipas disputados em ginásio coberto. O campo mede 18 metros de comprimento por 9 de largura, e é dividido por uma linha central em dois quadrados com lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objectivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar no campo adversário ou sair para fora da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.

Acima da linha central, é postada uma rede de material sintético a uma altura de 2,43m para homens ou 2,24m para mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as alturas são diferentes). Cada campo é por sua vez dividida em duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e "fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros da rede ("linha de 3 metros").

No voleibol, todas as linhas delimitadoras são consideradas parte integrante do campo. Deste modo, uma bola que toca a linha é considerada "dentro" (válida), e não "fora" (inválida). Acima da quadra, o espaço aéreo é delimitado no sentido lateral por duas barras postadas em cada uma das extremidades da rede. No sentido vertical, os únicos limites são as estruturas físicas do ginásio.

A bola empregada nas partidas de voleibol é composta de couro ou couro sintético e mede aproximadamente 65cm de perímetro.

Estrutura de jogo
(distribuição de jogadores e sistema de pontos)

Ao contrário de muitos, tais como o futebol ou o Basquetebol, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.

Como o jogo termina quando um time completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco sets. Se isto ocorrer, o último recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de 15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.

Cada equipa é composta por doze jogadores, dos quais seis estão actuando no campo e seis permanecem no banco na qualidade de reservas. As substituições são limitadas: cada técnico pode realizar no máximo seis por set, e cada jogador só pode ser substituído uma única vez, devendo necessariamente retornar à quadra para ocupar a posição daquele que tomara originalmente o seu lugar.

Os seis jogadores de cada equipe são dispostos no campo do seguinte modo. No sentido do comprimento, três estão mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois, do centro do campo; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário.

O jogo

No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o serviço, e, acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas barras e aterrar no campo adversário. Os oponentes devem então fazer a bola retornar tocando-a no máximo três vezes, e evitando que o mesmo jogador a toque por duas vezes consecutivas.

O primeiro contacto com a bola após o serviço é denominado recepção ou passe, e seu objectivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo. Segue-se então usualmente o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador realize o ataque, ou seja, a acerte de forma a fazê-la aterrar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto.

No momento em que o time adversário vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da bola sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas que compõem o restante da equipe.

Em termos técnicos, os jogadores que ocupam as posições 1, 5 e 6 só podem acertar a bola acima da altura da rede em direcção ao campo do adversário se estiverem no "fundo" do seu próprio campo. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela delimitada; o contacto posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço aéreo frontal.

Após o ataque adversário, o time procura interceptar a trajectória da bola com os braços ou com outras partes do corpo para evitar que ela atirasse do campo. Se obtém sucesso, diz-se que foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo contínua até que uma das equipas cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar o campo do lado oponente.

Se o time que conquistou o ponto não foi o mesmo que havia servido, os jogadores devem deslocar-se em sentido horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua no campo (ou a posição 6, no caso do atleta que ocupava a posição 1). Este movimento é denominado rodízio.

Libero

O libero é um atleta especializado nos fundamentos que são realizados com mais frequência no fundo do campo, isto é, recepção e defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo deste modo mais atraente para o público. Um conjunto específico de regras que se aplica exclusivamente a este jogador.

O libero deve utilizar equipamento diferente dos outros, não pode ser capitão do time, nem atacar, bloquear ou servir. Quando a bola não está em jogo, ele pode trocar de lugar com qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros, e as suas substituições não contam para o limite que é concedido por set a cada técnico.

Por fim, o libero só pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso esteja a pisar a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá exercitar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima (pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo superior da rede.

Pontos

Existem basicamente duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrar sobre o campo adversário como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de um serviço que não foi correctamente recebido. A segunda ocorre quando a equipa adversária comete um erro ou uma falta.

Diversas situações são consideradas erros:

. A bola toca em qualquer lugar excepto em um dos doze atletas que estão em campo, ou no campo válido de jogo ("bola fora").

. O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").

. O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar".

. A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.

. A bola toca a barra, ou passa sobre ou por fora da barra em direcção ao campo adversário.

. O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo excepto os cabelos.

. Um jogador que está no fundo do campo realiza um bloqueio.

. Um jogador que está no fundo do campo pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contacto com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").

. Postado dentro da zona de ataque do campo ou tocando a linha de três metros, o libero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.

. O jogador bloqueia o serviço adversário.

. O jogador está fora de posição no momento do serviço.

. O jogador serve quando não está na posição 1.

. O jogador toca a bola no espaço aéreo acima do campo adversário em uma situação que não se configura como um bloqueio ("invasão por cima").

. O jogador toca o campo adversário por baixo da rede com qualquer parte do corpo excepto as mãos ou os pés ("invasão por baixo").

. O jogador leva mais de oito segundos para servir.

. No momento do serviço, o jogador pisa a linha de fundo ou o campo antes de fazer contacto com a bola

. No momento do servir, os jogadores que estão na rede pulam e/ou erguem os braços, com o intuito de esconder a trajectória da bola dos adversários. Esta falta é denominada screening

. Os "dois toques" são permitidos no primeiro contacto do time com a bola, desde que ocorram em uma "acção simultânea" - a interpretação do que é ou não "simultâneo" fica a cargo do juiz.

. A não ser no bloqueio. O toque da bola no bloqueio não é contabilizado.

. A invasão por baixo de mãos e pés é permitida apenas se uma parte dos membros permanecer em contacto com a linha central.

Fundamentos

Uma equipa que deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de quatro habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: serviço, passe, ataque e bloqueio (bloco). A cada um destes fundamentos compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no desporto.

Serviço

O serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador põem-se atrás da linha de fundo do seu campo, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas barras e aterrar no campo adversário. O seu principal objectivo consiste em dificultar a recepção do seu oponente controlando a aceleração e a trajectória da bola.

Num serviço em que a bola aterra directamente sobre o campo do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros desportos tais como o ténis.

Serviço por baixo ou por cima: indica a forma como o serviço é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do serviço por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.

Passe

Também chamado recepção, o passe é o primeiro contacto com a bola por parte da equipa que não está a servir consiste, numa última análise, em tentativa de evitar que a bola toque no seu campo, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objectivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.

O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.

Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direcção ao campo da equipa adversária, diz-se que esta recebeu uma "bola de graça".

Manchete

É uma técnica de recepção realizada com os antebraços unidos e com os braços estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cómoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem hipótese de ser devolvida com o toque. É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do serviço e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o libero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.

Ataque

O ataque é, em geral, o terceiro contacto de uma equipa com a bola. O objectivo deste fundamento é fazer a bola aterrar no campo adversário, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projecta o seu corpo para a frente, transferindo deste modo o seu peso para a bola no momento do contacto.

Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objectivo de fazê-la aterrar o mais rápido possível no campo adversário. Um remate pode atingir velocidades de aproximadamente 200km/h.

Bloqueio

O bloqueio refere-se às acções executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal do campo (posições 2-4) e que têm por objectivo impedir ou dificultar o ataque da equipa adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajectória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.

Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objectivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer no campo adversário. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima do campo adversário e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direcção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direccionada directamente para baixo em uma trajectória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".

Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objectivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo do campo.

Curiosidades

O voleibol de praia é um desporto praticado na areia da praia, num campo dividida em duas metades por uma rede. Cada uma das equipas tenta fazer a bola passar sobre a rede, de forma a cair dentro do campo dos adversários. É um desporto muito popular em diversos países, nomeadamente no Brasil e nos Estados Unidos da América.

Nos diversos campeonatos realizados por todo o mundo, há modalidades para equipas de dois a quatro atletas. Nos Jogos Olímpicos apenas se disputa a modalidade com equipas de dois atletas, nas versões masculina e feminina.

História

O voleibol de praia evoluiu a partir dos jogos de voleibol disputados socialmente nas praias de Santa Mónica na Califórnia, EUA, na década de 1920, tendo chegado à Europa na década seguinte. Na década de 1940, disputavam-se dois torneios amadores nas praias de Santa Mónica onde mais tarde se tentou, sem sucesso, começar um campeonato profissional. Ainda em Santa Mónica, durante a década de 1970 começaram a realizar-se alguns torneios profissionais, patrocinados por empresas de cerveja e cigarros.

Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o voleibol de praia passou a integrar o programa Jogos Olímpicos. Na categoria feminina, a primeira medalha de ouro na modalidade foi conquistada por uma dupla brasileira, Jacqueline Silva e Sandra Pires, tendo como vice-campeãs as também brasileiras Mônica Rodrigues e Adriana Samuel. A dupla de portugueses Miguel Maia e João Brenha conseguiu duas quartas posições consecutivas, nos jogos de 1996 e de 2000.

As regras

O tamanho do campo já foi 18 por 9 m, mas actualmente é de 16 por 8 m. Sendo disputado por dois jogadores de cada lado, tem algumas regras diferentes do voleibol tradicional. A bola do voleibol tem o mesmo peso, de 260 a 280 gramas, porém a pressão interna é menor.

1. Ganha o set a equipa que primeiro atingir 21 pontos (pela regra da FIVB, pela CBV são 18 pontos), desde que exista uma diferença mínima de dois pontos sobre a equipe adversária.

2. A invasão por baixo da rede é permitida, desde que não atrapalhe a jogada do rival.

3. Não existe substituição de jogadores. É concedido ao jogador aleijado cinco minutos de recuperação.

4. Um contacto no bloqueio é considerado como um toque da dupla. A equipa que bloqueou terá o direito a apenas dois outros toques na bola.

5. Cada dupla terá direito a um tempo de trinta segundos em cada set. No voleibol são dois tempos.

6. A defesa "carregada" (quando o jogador retém momentaneamente a bola entre os dedos) é permitida no voleibol de praia somente na defesa de uma bola violenta. A bola pode bater em qualquer ponto do corpo do jogador.

7. O contacto simultâneo entre dois jogadores por cima da rede, provocando a chamada "bola presa", não é considerado falta.

8. O companheiro do servidor não poderá impedir a visão do adversário, escondendo a jogada ou a trajectória da bola através de barreira. Se solicitado pelo adversário, ele devera se mover no sentido lateral.

9. O serviço pode ser dado de qualquer ponto do fundo do campo. A área de serviço tem oito metros de largura após a linha de fundo.

10. No levantamento existe uma grande diferença em relação ao volei do campo. A bola levantada no volei de praia não pode dar um giro em torno do seu eixo, caso haja rotação é caracterizado os dois toques.

Jogos olímpicos

O voleibol nos Jogos Olímpicos existe desde 1964. O desporto foi incorporado oficialmente ao programa olímpico neste ano, e o evento de voleibol do campo é usualmente conhecido pelo termo Torneio Olímpico de Voleibol. A partir de Atlanta 1996 também foi introduzido o voleibol de praia.

História

O voleibol foi jogado pela primeira vez nos Jogos Olímpicos em 1927, como parte de um evento especial onde foram apresentados desportos americanos. Apenas após a Segunda Guerra Mundial, todavia, começou-se a considerar a possibilidade de adicioná-lo ao programa das Olimpíadas, sob a pressão da recém-formada Federação Internacional (1947) e algumas das confederações continentais. Para angariar apoio para esta proposta, foi organizado em 1957 um torneio-exibição durante a 53a sessão do COI em Sófia, Bulgária. A competição foi um sucesso, e o desporto foi oficialmente introduzido em 1964.

A expressão "Torneio Olímpico de Voleibol" é ambígua pois, a rigor, os eventos de voleibol disputados nas Olimpíadas incluem também o voleibol de praia. O termo, entretanto, já era relativamente comum quando esta variante foi incluída no programa dos jogos (1996). Para evitar confusões, costuma-se denominar tais eventos pelo termo "Torneio Olímpico de Voleibol de Praia" - levando em consideração, igualmente, que as regras desta modalidade são diferentes, assim como o processo qualificatório.

Para resolver este problema, a competição foi dividida em duas fases: uma "rodada final" foi introduzida, com quartas-de-final, semifinais e finais. Desde sua criação em 1972, este novo sistema tornou-se o padrão para os Jogos Olímpicos, e é frequentemente chamado "formato olímpico".

O número de equipas disputando os jogos também cresceu em ritmo constante desde 1964. Em 1996, foram 12 participantes em cada uma das duas modalidades (masculino e feminino), e este número tem se mantido constante nas últimas três edições do evento. Cada uma das confederações continentais de voleibol é representada por no mínimo uma equipe nas Olimpíadas.

Formato da competição

O Torneio Olímpico de Voleibol tem um formato bastante estável. As seguintes regras aplicam-se:

. Doze equipas participam em cada evento.

. O país-sede está sempre automaticamente pré-qualificado.

. Três equipas classificam-se através da Copa do Mundo.

. Cinco equipas classificam-se como vencedores de Torneios Qualificatórios Continentais.

. As três vagas restantes são decididas em uma ou mais Qualificadoras Mundiais.

. A competição possui duas fases.

. Para a primeira fase, as equipas são organizados em duas chaves de acordo com Ranking Mundial da FIVB. O país-sede ocupa sempre a primeira posição do ranking. Cada equipa realiza, então, uma partida contra todas as outras equipas na sua chave.

. Quando todas as partidas da primeira fase foram disputadas, as quatro melhores equipas em cada chave qualificam-se, e os outros dois deixam a competição.

. Na segunda fase, as equipas disputam quartas-de-final, semifinais e finais. As partidas são organizadas de acordo com os resultados obtidos na fase anterior, segundo o modelo que é hoje conhecido como "cruzamento olímpico". Sejam as quatro melhores equipas em cada fase A1, A2, A3, A4; B1, B2, B3, B4. As quartas-de-final seriam então: A1xB4; A2xB3; A3xB2; A4xB1.

. Os vencedores das quartas-de-final disputam do seguinte modo as semifinais: (A1/B4) x (A3/B2); (A2/B3) x (A4xB1).

. Nas finais, os vencedores das semi-finais disputam o ouro, e os perdedores, o bronze.

. As regras para a convocação de atletas são bastante rígidas. Cada equipa só pode indicar doze atletas, e trocas fora dos prazos legais não são permitidos nem mesmo no caso de acidentes.

 

 

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