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Trabalhos de Geografia - 8º Ano

 

Minerais Energéticos

Autores: Inês

Escola: [Escola não identificada]

Data de Publicação: 04/08/2011

Resumo do Trabalho: Trabalho sobre os Minerais Energéticos, realizado no âmbito da disciplina de Geografia (8º ano). Ver Trabalho Completo

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Minerais Energéticos

Introdução:

Resolvemos elaborar este trabalho para conhecer melhor os minerais energéticos.

Recorremos ao manual e à pesquisa por via Internet. Repartimos o trabalho pelos cinco elementos do grupo de maneira a facilitar o desempenho do trabalho em si.

O trabalho fala sobre os combustíveis fósseis, a maneira e como são aplicados, consumidos e os riscos que eles produzem.

Minerais energéticos

Um mineral é uma substância natural e inorgânica. Minerais energéticos são substâncias naturais usadas para produzir energia. 

Tipos de energias

No gráfico, estão representadas as percentagens da energia consumida a nível Mundial, isto é, cada energia renovável e não renovável é representada pelas quantidades que são consumidas pelas populações. Concluí-se, a partir do gráfico que:

. A nível Mundial, o mineral energético mais consumido é o petróleo (30%);

. Segue-se o gás natural (23%);

. Depois o carvão mineral (22%);

. Por último, estão as menos consumidas (biomassa e energia nuclear).

Energias renováveis: são aquelas que renovam, isto é, que não se esgotam (pelo menos enquanto a Terra durar). Em princípio não são poluentes e estão ao dispor do Homem gratuitamente. Como exemplos temos:

. Energia Solar;

. Energia Eólica;

. Energia Hidráulica;

. Energia Biomassa;

. Energia Geotérmica;

. Energia das Ondas e Marés.

Energias não renováveis: ou fósseis, são aquelas que se obtêm de fontes que, mais cedo ou mais tarde, acabam por se esgotar porque a sua formação é inferior ao seu consumo. São poluentes e a sua formação orgânica (excepção ao Urânio), pode levar milhões de anos até chegar ao seu estado final. Como exemplos temos:

. Petróleo;

. Carvão Mineral;

. Gás Natural;

. Urânio.

Carvão Mineral:

O carvão mineral é um combustível fóssil, de cor negra ou castanha e de razoável poder energético. Sendo ele a parte celulósica da vegetação, forma-se principalmente em raízes de árvores que ficam sujeitas à pressão, bactérias e outros agentes durante anos no subsolo. A sua extracção faz-se em minas que podem ser subterrâneas ou a céu aberto. Ao contrário do petróleo, as reservas mundiais desta fonte energética são elevadas, possibilitando ainda a sua exploração durante vários anos.

No Séc. XVI, o carvão mineral começou a ser usado em maior escala.

No séc. XVIII foi um dos grandes responsáveis pela 1ª Revolução Industrial, em Inglaterra.

E, até meados do século XX, o carvão foi a principal fonte de energia utilizada nos transportes. A partir daí, a sua importância foi diminuindo.

Actualmente, a principal utilização do carvão mineral como combustível é na produção de energia eléctrica nas centrais termoeléctricas sendo os principais produtores a China e os EUA que exportam essencialmente para a Austrália.

Petróleo:

O petróleo é um produto líquido de cor escura, composto por hidrocarbonetos, sendo também um combustível mineral. A sua origem é marinha, por acumulação de seres do mesmo meio e outros organismos.

A ascensão do petróleo é normalmente detida por rochas impermeáveis (argilas, etc.), que envolvem e permitem a concentração de hidrocarbonetos, formando-se um jazigo. Na formação destes jazigos, a pressão e a temperatura são cada vez maiores à medida que se avolumam os depósitos e se vai dando a subsistência dos fundos das bacias. A retenção do petróleo ocorre geralmente em dobras ou falhas. Pode também estar associada a diápiros salinos. Os hidrocarbonetos são, na nossa sociedade, a primeira fonte de energia, quer utilizados directamente, quer alimentando centrais termoeléctricas. São usados ainda para obtenção de produtos destilados como a gasolina, o gasóleo e o fuelóleo, etc. São ilimitadas as suas aplicações na indústria química, onde pode citar-se como exemplo o fabrico de vernizes, tintas, óleos lubrificantes, pavimentos, isoladores, fibras sintéticas, plásticos, etc. Os principais produtores de petróleo são: Arábia Saudita, EUA e Rússia.

Gás Natural:

O gás natural é uma mistura de gases (95% de metano, nitrogénio, dióxido de carbono, entre outros). É igualmente um combustível fóssil, isolado ou acompanhado do petróleo.

Na Europa, o gás natural foi descoberto no século XVII, embora não tenha despertado grande interesse pois na altura, a luz produzida pelos candeeiros era a carvão.

É utilizado em motores de autocarro, automóveis, camiões, e é também utilizado em indústrias. 

Os principais produtores, pela ordem, são: Rússia e Estados Unidos da América.

Urânio:

O urânio (homenagem ao planeta Urano) é um elemento químico de massa atómica. Á temperatura ambiente, o urânio encontra-se no estado sólido. Foi o primeiro elemento onde se descobriu a propriedade da radioactividade, em 1789, pelo alemão Martin Heinrich Klaproth.

O primeiro teste de uma arma nuclear baseada na fricção do urânio foi realizado em Alamogordo, novo México, em Julho de 1945.

Antes do advento da energia nuclear, o urânio tinha um leque de aplicações muito reduzido. Era utilizado em fotografia e nas indústrias de cabedal (fabrico de peças de couro e sola) e de madeira. Os seus compostos usavam-se como corantes e mordentes (fixadores de cor) para a seda e a lã. Actualmente, a aplicação mais importante do urânio é energética.

Os principais depósitos destes minérios situam-se nos Estados Unidos da América e Canadá.

O urânio produz envenenamento de baixa intensidade (inalação, ou absorção pela pele). Atinge o sistema linfático, sangue, ossos, rins e fígado. A radiação do Urânio pode ainda provocar cancro.

O que é que cada país ou continente consome?

Em termos de importações, a maioria dos países da Europa, o Japão e a Austrália importam grande parte do petróleo e do gás natural que consomem. Até os EUA, grande produtor destes recursos, é dos maiores importadores.

Em relação ás exportações, o Médio Oriente (região com mais reservas de petróleo), a África e a América Latina são dos países que exportam grande parte dos recursos que produzem. Desse modo, os fluxos comerciais de recursos evidenciam desigualdades a nível Mundial.

Comparação entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento em relação aos

minerais

Há três grandes diferenças entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento (produtores de combustíveis) no que toca aos minerais energéticos. São elas:

. O seu consumo;

. A capacidade produtiva;

. Balanço energético.

Relativamente ao consumo, os países desenvolvidos consomem muita energia devido à forte industrialização (que leva a um elevado nível de vida). Já os países em desenvolvimento, têm um menor consumo de energia. Desse consumo reduzido deriva uma menor industrialização e um nível de vida mais baixo.

Em relação á capacidade produtiva, os países desenvolvidos têm um consumo maior que a produção (défice energético) e os países em desenvolvimento produzem mais do que aquilo que consomem (excedente energético).

Por fim, os países desenvolvidos têm necessidade de importar fontes de energia, o que leva a uma dependência externa, enquanto que os países em desenvolvimento têm uma economia nacional dependente daquilo que os outros países importam.

Quais as medidas usadas pelos países desenvolvidos para diminuir a dependência do petróleo?

Numa tentativa de reduzir o consumo e a dependência do petróleo, muitos países desenvolvidos optam por utilizar outras fontes de energia como o urânio ou o gás natural. O gás natural substitui o petróleo quando usados nos motores dos carros.

Conclusão:

O grupo concluiu que os minerais energéticos são imprescindíveis á vida do ser humano. Foi divertido o propósito do trabalho: dar uma aula sobre minerais energéticos. Não vamos sair daqui nenhuns futuros professores mas foi uma experiência agradável.

Bibliografia:

www.wikipédia.com

www.comciencia.br

Ideias e Projectos 7º/8º anos A. Mendes Ribeiro, Augusto G. Ferreira e José Barros, Porto Editora

Diciopédia X

Novas Viagens volume 4, 8º ano Arinda Rodrigues, Texto Editora

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