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Trabalhos de História - 9º Ano

 

As Correntes Artísticas na 1ª Metade do séc.XX

Autores: Vitor Moreira

Escola: Colégio da Trofa

Data de Publicação: 24/10/2011

Resumo do Trabalho: Trabalho sobre as Correntes Artísticas na 1ª Metade do séc.XX, realizado no âmbito da disciplina de História (9º ano).

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As Correntes Artísticas na 1ª Metade do séc.XX

Introdução

“As Correntes Artísticas na 1ª Metade do séc.XX”, foi realizado no âmbito da disciplina de História.

Com este trabalho escrito, dividido em três subtemas (Pintura, Arquitectura e Modernismo em Portugal), pretende-se saber mais sobre os mesmos, como ocorreram, onde e quem foram os indivíduos que se destacaram nesta época. Também deseja-se aperfeiçoar as técnicas de realização de trabalhos, que serão importantes para uma vida profissional futura, assim como, a aprendizagem, de uma forma “descontraída”, da matéria da disciplina acima referida.

Arte

Arte é uma palavra que provem do latim “ars” e que significa habilidade. Esta é muito antiga e possui muitos significados dependendo da época e da cultura em causa.

A arte nasceu na Pré-História, quando o Homem primitivo decidiu fazer uns desenhos com sangue de animais, nas cavernas onde vivia, sendo denominada por Arte Rupestre.

Com a evolução das capacidades do Homem, em 3000 anos a.C, a arte é desenvolvida e os egípcios, que se localizavam no vale do Rio Nilo, no Norte de África, criam a Arte do Antigo Egipto. Agora esta homenageia, representa e exalta o faraó, que era visto como o representante de Deus na Terra, sendo considerado o soberano absoluto.

A Arte do Vale do Nilo, assim como, a Arte Mesopotâmica, a Arte Celta e Germânica, a Arte Egeia, a Arte Fenícia, a Arte da Antiguidade Clássica e a Arte do Cristianismo, originam a Arte Antiga ou da Antiguidade, onde se verificou a introdução da escultura, da arquitectura e da pintura.

Fig1: Pintura egipcia

Na Idade Média, a Igreja Católica assume um papel muito importante, vindo a influenciar muitas obras artísticas. Assim, origina-se a Arte da Idade Média, constituída pela Arte Pré-Românica.

Viajando agora para os fins do século XIII e meados do século XVII, a Arte Renascentista inspirou-se nos antigos gregos e romanos, tendo o Homem renascentista um lugar privilegiado. Esta baseava-se numa imitação da natureza, mas tinha de ser bem representada, passando por uma tradução que a organizava sob uma óptica racional e matemática. Na pintura ocorreu a recuperação da perspectiva; na música foi a consolidação do sistema tonal; na arquitectura realizou-se a redução das construções para uma dimensão mais humana e na literatura introduziu-se um personagem que estruturava em torno de si a narrativa.

Fig2: Pietà  -  Escultura de Miguel Ângelo

A Arte Moderna, o tema do trabalho em si, ocorre nos finais do século XIX até meados de 1970 e é caracterizada na pintura pelo fauvismo, cubismo, futurismo, abstraccionismo e pelo surrealismo, na arquitectura pela art decó e pela arquitectura moderna.

Por fim, chegamos á arte da actualidade, á Arte Contemporânea, que se iniciou nos finais do século XX até aos dias de hoje, onde surge um movimento na arte devido á Segunda Guerra Mundial, esse movimento revela-se na pintura, na moda, no cinema, na literatura e em outras artes. Entre os movimentos mais célebres estão a Op Art, a Pop Art, o Expressionismo Abstracto, a Arte Conceptual, a Street Art e muitas outras.

Fig3: Street Art

PINTURA

A pintura é muito comum nos tempos de hoje e os artistas do século XX transmitiam sentimentos e emoções através das suas criações, valorizando a criatividade.

Teoricamente, é a técnica de aplicar pigmentos líquidos numa superfície, como o papel, a tela ou a parede, que tem como principal objectivo colorir, atribuindo tons, texturas e matrizes. Mas praticamente é uma paixão e uma forma de expressão transmitida pelos artistas.

Fig4: Pintura de Rob Gonsalves

Fauvismo

O Fauvismo é uma corrente artística do século XX, provem do francês les fauves, que significa “as feras” e está associado á busca de uma máxima expressão pictórica. Com o fauvismo pretendia-se “uma arte do equilíbrio, da pureza e da serenidade, destituída de temas perturbadores ou deprimentes", referiu Henry Matisse em “Notes d’un Peintre”.

Os princípios deste movimento artístico eram:

. Criar, em arte, não tem relação com o intelecto e nem com emoções;

. Criar é seguir os impulsos do instinto, as sensações primárias;

. Emprego das cores puras;

. As linhas e as cores devem nascer impulsivamente e traduzir as sensações elementares, no mesmo estado de graça das crianças e dos selvagens.

Este tem como principais características: a simplificação das formas, o primado das cores e uma elevada redução das graduações das cores nas obras.

As características na pintura são:

. Pincelada violenta, espontânea e definitiva;

. Ausência de ar livre;

. Colorido brutal, pretendendo a sensação física da cor que é subjectiva, não correspondendo à realidade;

. Autonomização completa do real;

. Uso exclusivo das cores puras;

. Pintura por manchas largas, formando grandes planos.

Os artistas que mais se destacaram nesta corrente artística foram: Paul Gauguin, Henry Matisse, Andre Derain, George Braques, entre outros.

     Fig5: La Raya Verde (1905)                                Fig6: A Dança (1910) - Henry Matisse
                 Henry Matisse 

Cubismo

O Cubismo ocorreu entre 1907 e 1914, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Baque. No Cubismo, tudo era representado por formas geométricas e no mesmo plano.

Principais características:

. Formas e volumes geométricos;

. Desvalorização da perspectiva;

. O claro-escuro perde a sua função;

. Representação do volume colorido sobre superfícies planas;

. Sensação de pintura escultórica;

. Cores austeras.

O Cubismo divide-se em duas fases:

Cubismo Analítico (1909) – é caracterizado pela decomposição da obra em partes, fazendo com que o artista registe todos os seus elementos em planos sucessivos e sobrepostos, examinando, assim, a figura em todos os ângulos, através da fragmentação da mesma. A cor reduz-se aos tons de castanho, bege e cinza.

Cubismo Sintético (1911) – Esta tendência procurou tornar as figuras novamente reconhecíveis, pois no Cubismo Analítico estas eram irreconhecíveis devido á elevada fragmentação dos seres. Este também introduz palavras, números, pedaços de vidro, metal, madeira e diversos objectos, sendo assim, denominado por Cubismo de Colagem. Esta é explicada pelo facto dos artistas quererem criar sensações tácteis nas suas pinturas.

Os principais artistas cubistas, nesta época, foram: Pablo Picasso, George Braque, Tarsila do Amaral, Robert Delaunay, Fernand Léger, entre muitos outros.

      Fig7: Les Demoiselles d’Avignon (1907)                              Fig8: Casas De La Estaque (1909)
                              Pablo Picasso                                                                      George Braque

Futurismo

O Futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu em Fevereiro de 1909 e foi criado por Marinetti. Este movimento artístico foi influenciado pelo cubismo e pelo abstraccionismo e saúda a era moderna. Neste estilo pretende-se expressar o movimento real , registando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço. Os artistas futuristas não estão interessados a pintar um objecto rápido, mas sim a rapidez com que este actua no  plano.

Fig9: Luz da Rua (1910) – Giacomo Balla

As características do futurismo são:

. Apologia da máquina, da velocidade, da luz e da própria sensação dinâmica;

. Libertação e exaltação das energias;

. Exaltação do presente, da velocidade e das formas dinâmicas produzidas pela civilização, reflectindo a vida moderna;

. Alternância de planos e sobreposição de imagens, ora fundidas, ora encadeadas, para dar a noção de velocidade e dinamismo;

. Arabescos contorcidos, linhas circulares emaranhadas, espirais e elipses;

. Geometrização dos planos em ângulo agudo, mais dinâmico, abolindo totalmente os ângulos rectos cubistas na organização espacial, permitindo a sugestão da fragmentação da luz;

. Cores muito contrastadas, em composições violentas e chocantes.

Os artistas que se destacaram neste movimento artístico foram: Robert Delaunay, Umberto Boccioni, Carlo Carrá e Luis Russolo.

Fig10: Campo de Marte, A Torre Vermelha (1911) - Robert Delaunay

Abstracionismo

O Abstraccionismo, é mundialmente conhecido como, uma arte em que os objectos representados não são iguais aos da nossa realidade.

O Abstraccionismo é constituído por duas vertentes:

Abstraccionismo Lírico – foi influenciado pelo expressionismo e inspirava-se no inconsciente, no instinto e na construção de uma arte imaginária ligada a uma “necessidade interna”. Nesta tendência destacou-se Wassily Kandinsky.

Abstraccionismo Geométrico – foi influenciado pelo cubismo e pelo futurismo e ao contrário do Abstraccionismo Lírico, baseia-se na racionalização dependendo de uma análise científica e intelectual. 

Fig11: Composição em amarelo,             Fig12: Fuga (1914)                        Fig13: Tirol (1914)    
 preto, vermelho e azul (1921)                 Wassily Kandisky                               Franz Marc
                   Mondrian

Surrealismo

O Surrealismo foi um movimento artístico e literário que surgiu em Paris, França, nos anos 20 e que pretende não se interessar senão pelas manifestações do pensamento liberto de toda a preocupação lógica, artística ou moral. Este foi fortemente influenciado pelo psicanalista Freud e os seus principais representantes são: Max Ernst, René Magritte, Salvador Dalí, André Breton e Luís Bruñel.

As suas principais características são:

. Pintura com elementos surreais;

. Formas baseadas na fantasia (sonhos, inconsciente);

. Busca da perfeição do desenho e das cores, dentro da dimensão do imaginário;

. Impressão espacial, possuindo ilusões ópticas;

. Dissociação entre imagens e legendas, conjugadas para construção de cenas de sonho ou de ironia.

 Fig14: A Persistência da Memória (séc.XX)                             Fig15: Sunrise by the Ocean
                        Salvador Dalí                                                                         Vladimir Kush

ARQUITECTURA

Nas primeiras décadas do século XX, as mudanças ocorridas criaram novas necessidades, que exigiam outros tipos de construções. Estas novas construções, principalmente em lugares públicos, vão ter características marcantes tais como:

. Formas geométricas e pureza de linhas;

. Pouca decoração;

. Aplicação de novos materiais, como o aço e o betão;

. Desenvolvimento de novas técnicas de construção (betão armado, elevador…)

Estas características, juntamente com o cubismo e o abstraccionismo, levaram ao aparecimento do modernismo arquitectónico.

Nestas décadas, verificou-se uma distinção entre os arquitectos que estudavam arquitectura na Europa e aqueles que praticavam uma arquitectura tradicional. A diferença entre estas duas correntes gera um debate arquitectónico que se transforma num cenário partidário.

Fig16: Espaço Mari’Stella Tristão - Le Corbusier

A arquitectura passa a ser industrializada fazendo com que estas passassem a fazer parte do quotidiano das pessoas, assim, para a arte moderna, não há distinção entre artes aplicadas e artes maiores, referindo que todas elas estão introduzidas no mesmo ambiente de vida.

Nesta área artística destacaram-se Walter Groupius, que criou a famosa escola de arte Bauhaus, Frank Lloyd Wright e Le Corbusier.

Art Deco

O Art Decó, corresponde à passagem entre o estilo Art Nouveau e do Ecletismo para o Modernismo. Este é marcado pelo rigor geométrico e pela predominância de linhas na vertical, pretendendo através da percepção tornar o edifício mais alto.

Este estilo arquitectónico, tem tendência a utilizar materiais nobres e modernos para a época, pois faz o uso intenso de ornamentação.

Fig17: Empire State Building

Dentro do Art Decó existem duas principais vertentes: o estilo de Miami, que é  marcado por pouca ornamentação e formas purificadas e o estilo de Nova Iorque, onde recorre-se a materiais metálicos e a uma riquíssima ornamentação.

Alguns exemplos de Art Decó são: o Empire State Building e o Chrysler Building.

Arquitectura Moderna

A Arquitectura Moderna é o conjunto de movimentos e escolas arquitectónicas que vieram caracterizar a arquitectura do século XX. Este movimento artístico ocorreu nesta altura, devido às exigências da sociedade industrial, à aceleração da vida quotidiana, ao crescimento urbano mais intenso e à destruição causada pela 1ª Guerra Mundial, que levaram á necessidade de construir novos edifícios e ao alojamento cidadãos.

As principais características da Arquitectura Moderna são:

. Relação íntima entre arquitectura e urbanismo;

. Corte radical com o passado: abolição da forma natural, eliminando tudo aquilo que se oponha à arte pura;

. Simplificação dos volumes, geometrização das formas: predomínio das linhas rectas, sólidos geométricos;

. Paredes lisas e, geralmente, brancas, abolindo-se a decoração e realçando-se a estrutura do edifício;

. Coberturas planas, geralmente transformadas em terraços;

. Amplas janelas, em fita, ou fachadas-cortina em vidro;

. Elevação do edifício sobre pilares (pilotis), dando a ideia de estar suspenso;

. Utilização de novos materiais, pré-fabricados: aço, betão, vidro;

. Renovação do espaço – casa prática e funcional; abertura de espaços interiores – é a planta livre;

. Interligação com as artes ditas menores, ou aplicadas: escultura, cerâmica, tecelagem, metalurgia, marcenaria;

. Nascimento do design industrial.

 Fig18: Exemplo de Arquitectura Moderna

MODERNISMO EM PORTUGAL

Em Portugal, no inicio do século XX, existiam duas correntes artísticas, uma conservadora, e uma modernista. A produção literária e plástica estavam profundamente marcadas pelo classicismo racionalista e naturalista, que resistiam á inovação.

Como consequência, começou a verificar-se na sociedade o problema de liberdade de expressão, que fez intelectuais portugueses formassem grupos para introduzir o modernismo, em Portugal. Para divulgar este protesto foram criadas revistas, organizadas exposições e conferências privadas. No entanto devido ao analfabetismo existente naquela altura, a população portuguesa não aderiu aos novos eventos culturais.

Pintura

Este movimento ficou conhecido em Portugal através de exposições como, a Humoristas e Modernistas (1915 – Porto) e as de Amadeo de Souza-Cardoso (1916 – Lisboa e Porto).

Fig19: Triptico da Gare Marítima da Rocha (1947-1949) - Almada de Negreiros

Em 1914, ocorreu o regresso de artistas, que vinham de Paris, para Portugal devido à Grande Guerra, implementando assim uma pintura modernista. A pintura a que todos os artistas estavam habituados (pintura naturalista e romântica) tinha mudado, fazendo com que estes reagissem violentamente ao movimento. – I GERAÇÃO DE PARIS.

Depois da guerra, devido à falta de público, regressaram de Paris mais portugueses como, Abel Manta, Almada de Negreiros, Diogo de Macedo, entre outros. Estes, mais uma vez, resolveram fazer exposições para divulgar as novas tendências internacionais. A partir de 1935, devido à censura a pintura saiu prejudicada, pois, muitas não eram aceites devido aos seus conteúdos prejudiciais á republicam. – II GERAÇÃO DE PARIS.

Escultura

Na escultura, observou-se um importante desenvolvimento, e é durante o Estado Novo que se desenvolve uma escultura pouco modernista e mais nacionalista.

Os escultores que mais se destacaram nestas primeiras cinco décadas foram: Leopoldo de Almeida, Francisco Franco de Sousa, Canto da Maia e Gustavo Bastos.

Fig20: Beni soit le fruit de tes entrailles (1922) - Ernesto Canto da Maia

Arquitectura

Neste período, a arquitectura permaneceu estável, devido às dificuldades políticas, económicas e financeiras que não favoreceram os empreendimentos arquitectónicos, normalmente dispendiosos.

Mais tarde, quando se nota algumas preocupações em conjugar formas do modernismo europeu com o nacionalismo salazarista, uma nova arquitectura, mais prática e com novas concepções de espaço, apareceu no nosso pais.

Nesta época destacou-se Cristino da Silva e Cassiano Branco.

Fig21: Projecto para a fachada do edificio BNU - Cristino da Silva

Literatura

Quanto à literatura, o seu movimento modernista só chegou a Portugal no final da 1ª Guerra Mundial e foi marcado por duas publicações literárias:

Revista Orpheu (Orphismo) – foi publicada em Março e Junho de 1915, marcando a introdução do modernismo em Portugal. Nesta revista, eram publicados poemas de vários artistas como, Almada de Negreiros, Fernando Pessoa ou Mário Sá-Carneiro, onde criticavam a sociedade, gerando escândalo e troça perante os críticos.

Revista Presença (Presencianismo) – fundada em 1927, por Branquinho da Fonseca, João Gaspar Simões e José Régio. Esta seguiu os mesmos princípios que os Orphismo, ou seja, tinham como principal função lutar pela crítica liberal.

Miguel Torga, Mário Sá-Carneiro, Fernando Pessoa e Almada de Negreiros foram uns dos que mais colaboraram para este modernismo literário.

                 Fig22: Revista Orpheu (1915)                                   Fig23: Revista Presença (1927)

ANEXOS:

Biografia de Pablo Picasso (Pintura)

Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santíssima Trinidad Ruiz y Picasso, mais conhecido, por Picasso, nasceu a 25 de Outubro de 1881, em Málaga e faleceu a 8 de Abril de 1973, em Mougins. Este era pintor, escultor e desenhista espanhol.

Pablo Picasso passou a sua infância em Málaga com os seus pais, os seus resultados escolares não eram os melhores e aos dez anos descobre a sua paixão pelas artes, colocando a escola em segundo plano, pois, seu pai José Ruiz Blasco também era artista.

Em 1897, muda-se para Madrid, Espanha, onde se inscreve na conceituada Real Academia de Belas-Artes de São Fernando.

Depois de três anos na academia, segue viagem para Paris, onde mora com Max Jacob, que o ajudou a falar francês, tendo uma vida cheia de pobreza, frio e desespero.

Durante toda a sua vida, este talentoso homem criou inúmeras obras, como:

. Auto-retrato, 1899;

. Garrafa, jarra e frutas, Verão, 1909;

. Guernica, 1937;

. Lagosta e gato,1965;

. Busto de mulher, 1971.

       Fig24: Pablo Picasso (1881-1973)                                 Fig25: Assinatura de Picasso 

Biografia de Walter Gropius (Arquitectura)

Walter Gropius, nasceu a 18 de Maio de 1883, em Berlim e faleceu a 5 de Julho de 1969, sendo um consagrado arquitecto alemão. Este foi o fundador da Bauhaus, escola de artes que ficou conhecida pelo seu design, pela sua arquitectura e pela arte moderna, e é considerado um dos maiores nomes da arquitectura do século XX.

Fig26: Walter Gropius

Este forma-se em arquitectura, em Munique e em 1910 já trabalha por conta própria, tendo o seu próprio escritório.

Cinco anos depois, casa-se com Alma Mahler-Werfel e em 1916 tem uma filha, chamada Manon, que viverá cerca de 18 anos.

A partir de 1937, Walter Gropius vai para os Estados Unidos da América, onde começa a dar aulas na Universidade de Harvard, que devido ao seu empenho e profissionalismo, torna – se director do departamento de arquitectura da mesma.

Durante este período de tempo, Walter criou uma tipologia arquitectónica, onde se junta com um ex-aluno da Bauhaus denominado por: Marcel Breuer, criando assim, um projecto de um bairro operário.

Os principais projectos de Walter Gropius foram:

. Fábrica Fagus (1911), em Alfeld an der Leine, Alemanha

. Bauhaus (1925) - Dessau, sede da Staatliche Bauhaus em Dessau, Alemanha

. Impington Village College (1936), Cambridgeshire, Inglaterra

. Pavilhão da Pensilvânia para a Exposição Universal de Nova Iorque (1939), EUA

Biografia de José Régio (Modernismo em Portugal)

José Maria do Reis Pereira, foi um escritor português que residiu em Vila do Conde, até complementar o quinto ano de escolaridade. Este nasceu a 17 de Setembro de 1901, em Vila do Conde e faleceu a 22 de Dezembro de 1969, na sua cidade natal.

Fig27: José Régio

Começou a sua carreira escrevendo poemas nos jornais como, O Democrático e República. Alguns anos mais tarde, licencia-se em Filosofia Romântica, na Universidade de Coimbra, onde depois de ter terminado o curso, torna-se o principal impulsionador e ideólogo da revista Presença(1927), fundada por Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões. Mesmo assim, José Régio continuava escrevendo para jornais como o Diário de Noticia.

Durante a sua vida este talentoso escritor dedicou-se principalmente: à prosa, à poesia, ao texto dramático e aos ensaios.

Este grandioso Vila-condense, recebe o Prémio Diário de Noticias (1966) e o Prémio Nacional da Poesia (1970).

As suas principais obras publicadas foram:

. Poemas de Deus e do Diabo.V (1925) – POESIA;

. O Príncipe com Orelhas de Burro (1942) – FICÇÃO;

. As Correntes e as Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa (1952) - ENSAIO;

. Jacob e o Anjo (1949) - TEATRO.

CONCLUSÃO

Com a realização deste trabalho escrito, descobri como e onde se deu o modernismo das belas – artes, aprofundando cada um deles. Também recorri á Internet para melhorar a minha aprendizagem sobre o assunto, utilizando resumos para realizar este trabalho, descobri também a vida de três espantosos artistas.

Para concluir, gostei muito de realizar este trabalho, porque ajudou-me a perceber melhor este assunto e aperfeiçoei a realização de trabalhos escritos.

BIBLIOGRAFIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fovismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Futurismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Abstracionismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Surrealismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura

http://pt.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_moderna

http://pt.wikipedia.org/wiki/Modernismo_em_Portugal

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pablo_Picasso

http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Gropius

http://www.astormentas.com/regio.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_R%C3%A9gio

Amaral, Cláudia, Castro, Júlia, Alves, Barbara, Almiro Neves, Pedro, “Descobrir a História 9”, 1ª Edição, Porto Editora, 2009, Porto, páginas 76 à 81

 

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