Início » Trab. Estudantes » Português » 7º Ano

Trabalhos de Estudantes

Trabalhos de Português - 7º Ano

 

O Principezinho

Autores: David Ferrão

Escola: Escola EBI da Qtª do Conde

Data de Publicação: 06/09/2011

Resumo do Trabalho: Trabalho sobre o livro "O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry, realizado no âmbito da disciplina de Português (7º ano).

Ver Trabalho Completo

Comentar este trabalho / Ler outros comentários

Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word através do Formulário de Envio de Trabalhos pois só assim o nosso site poderá crescer.

 

 

 

O Principezinho

PEQUENO RESUMO: 

O PRINCIPEZINHO

O livro O Principezinho fala de um menino que vivia num planeta: o Asteróide B612, e que caiu no planeta Terra. Isto aconteceu porque o menino queria arranjar uma ocupação e instruir-se, decidindo então visitar outros asteróides: o Asteróide 325, em que só vivia um rei que não tinha ninguém para mandar fazer o que dizia; o Asteróide 326, onde vivia um vaidoso que estava sozinho e não tinha quem lhe elogiasse; o Asteróide 327, onde estava um bêbado; o Asteróide 328, em que vivia um homem de negócios que só pensava em fazer contas; o Asteróide 329, onde se encontrava um acendedor de candeeiro que "fazia" a noite e o dia; e finalmente, o Asteróide 330, no qual vivia um geógrafo que sabia onde ficavam os mares, os rios, as cidades, entre outras coisas e que aconselhou o menino a visitar o planeta Terra, por ser um planeta com boa reputação. Assim, o menino foi parar ao deserto do Saara, onde o escritor desta história se encontrava perdido após se ter partido qualquer coisa no motor do seu avião.

Eles conheceram-se quando o Principezinho se chegou ao pé dele e disse: "Por favor, desenha-me uma ovelha." Para o escritor, o Principezinho foi o único a entender os seus dois desenhos feitos quando era criança: uma jibóia aberta e outra fechada, que todos teimavam em dizer ser um chapéu. Ele ficou maravilhado por o Principezinho adivinhar e assim, desenhou-lhe uma ovelha e a caixa para a ovelha.

Depois, conversaram imenso. Principalmente, o Principezinho que contou as várias aventuras que teve em Terra. Nas suas conversas há, por vezes, uma moral, pois tenta-se mostrar o bem e o mal de certas coisas.

O escritor sabia que nesse mesmo dia, à noite, a estrela do Principezinho iria estar por cima do lugar onde caiu e disse-lhe que ia ter muitas saudades dele. O Principezinho respondeu-lhe: "Depois, à noite, pões-te a olhar para as estrelas. A minha é pequenina demais para se ver daqui. Mas, é melhor assim, para ti, a minha estrela vai ser uma qualquer. Assim, gostarás de olhar para as estrelas todas..." Seguidamente, o Principezinho deu-lhe a mão e despediram-se.

Caracterização da personagem:

Retrato Físico: jovem e loiro

Retrato Psicológico: O principezinho era um menino que estava sempre a fazer perguntas mas nunca respondia a nenhuma, era muito curioso e Persistente. Também acho que ele era amável, amigo e inteligente.

Transcrição de um excerto da obra:

“ As pessoas grandes são decididamente muito bizarras, ia pensando ele pela viagem a fora”.

- A razão da minha escolha desta pequena afirmação do Principezinho é que de facto as pessoas crescidas muitas das vezes não pensam naquilo que fazem e dizem, eu também por vezes fico desiludido com as atitudes dos adultos, ignoram as crianças como se fossemos objectos, coisas, e não pessoas como elas, que pensamos, sentimos, temos vontades próprias e muitas das vezes sabemos fazer as nossas escolhas, como por exemplo escolher a nossa profissão futura.

Reacção Pessoal à Obra:

Apresentação de um motivo forte para a leitura da obra em questão:

Eu escolhi esta história para ler e fazer o meu trabalho de Língua Portuguesa porque este livro foi-me oferecido pela minha professora de Tutoria do ano passado no (6º ano), a professora Rita Silva, com quem eu simpatizava bastante e que me ajudou muito ao longo do ano lectivo 2008/2009. Eu gostava muito dela mas ela foi transferida para outra escola. Em homenagem á sua oferta e a tudo que fez por mim, resolvi dedicar-lhe este trabalho. Para mim esta é uma razão muito forte para eu ter escolhido esta obra.

O autor desta fabulosa obra era um humanista.

Personagem principal: O Principezinho

Esta é uma história com mensagens poderosas.

A história é uma metáfora para as escolhas que nós como humanos e adultos fazemos, e os caminhos que escolhemos seguir durante a vida.
O livro está cheio de frases bonitas sobre a vida e o amor. ‘O que é essencial é invisível ao olhar’ e ‘Tornas-te responsável pelo que domas-te’, são apenas dois exemplos, e depressa compreendemos que são muito verdadeiros. O livro está também cheio de ilustrações belas do autor, não que uma história tão colorida possa sê-lo menos sem as ilustrações.

Apreciação Global da Obra

A Conclusão a que cheguei com esta História:

Esta história dá-nos uma grande lição de vida. Mostra que os adultos não dão qualquer importância às coisas que realmente são importantes. Os adultos preocupam-se demasiado com números, são muito materialistas, não vêm com o coração, só com os olhos, e existem determinadas coisas que só o coração vê (sente). Felizmente que nem todos os adultos são assim, os meus pais por exemplo ouvem-me, dão importância aquilo que eu sinto ou quero. Felizmente que ainda existem adultos que se parecem com as crianças e compreendem-nas. A minha mãe gosta de flores, de animais, do céu azul das estrelas, do mar, isso sim é muito importante. Mas para outros adultos o que importa é a carreira profissional; os euros que têm no banco, o carro que têm ou a roupa que usam. Estas são as elações que retirei desta história.

O Principezinho: Um pequeno rapaz que vivia num planeta só seu. Ocupava os seus dias a limpar o seu pequeno planeta de embondeiros e a cuidar de uma flor.

 

DADOS DA OBRA

INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS

O Principezinho/O Pequeno Príncipe

Autor: Antoine de Saint-Exupéry

País: França

Ilustrador: Antoine de Saint-Exupéry

Arte da Capa: Antoine de Saint-Exupéry

Editora: Éditions Gallimard Agir

Editorial Presença

Data de lançamento: 1943

Nº Páginas do livro: 93

O Pequeno Príncipe" é uma fábula. Ou, se preferirmos, uma parábola.

Le Petit Prince, conhecido como O Principezinho em Portugal e O Pequeno Príncipe no Brasil, é um romance de Antoine de Saint-Exupéry publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialectos, incluindo o aranês, o amazigh e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul. Em Portugal, "O Principezinho" integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 2º Ciclo do Ensino Básico.

Acredita-se que as gravuras e parte do enredo da obra de Antoine de Saint-Exupéry tenha sido feita e inspirada durante sua vinda a Natal, onde ele se encantou com o Baobá, árvore de origem africana encontrada em terras potiguares.

No Japão existe um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho.

Biografia de Antoine-Jean-Baptiste

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Corix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em Abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

A 17 de Junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias.

Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Em 3 de Novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilómetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

Suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.

Destaca-se O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de grande sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando teria feito visitas ao Recife.

O pequeno príncipe pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois activos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.

O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor o quão equivocados podem ser os nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro leva a reflexão sobre a maneira de nos tornamos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos.

A história é narrada com base num diálogo entre o narrador e o Principezinho.

O Principezinho visitou vários planetas:

O primeiro era habitado por um rei. O rei sentava-se, vestido de púrpura e arminho, num trono muito simples, posto que majestoso.

O segundo planeta, um vaidoso o habitava.

O planeta seguinte (3º planeta) era habitado por um bêbado. Esta visita foi muito curta, mas mergulhou o principezinho numa profunda melancolia.

O quarto planeta era o do homem de negócios. Estava tão ocupado que não levantou sequer a cabeça à chegada do príncipe.

O quinto planeta era muito curioso. Era o menor de todos. Mal dava para um lampião e o acendedor de lampiões...

O sexto planeta era dez vezes maior. Era habitado por um velho que escrevia livros enormes

O sétimo planeta foi pois a Terra,

INTRODUÇÃO:

A temática desta história leva-nos a interpretar um recado psicológico. Descobriremos como as “pessoas grandes”, contaminadas pela evolução tecnológica que propicia desenvolvimento, progresso, agem em prejuízo daquilo que significa a natureza humana.

A história começa como começa uma criança de seis anos; desenhando.
A “pessoa grande” entendida em política, bridge, gravata..., deixa as emoções de lado. Assim, nosso herói foi aconselhado a dedicar-se a geografia, cálculos... Isso era ser um homem razoável. Ele obedeceu. Deixava, como todo jovem deixa de lado, aventuras vocacionais. Aprendeu a pilotar aviões e fez disso sua profissão.

Lembrem-se: O essencial é invisível aos olhos.

BIBLIOGRAFIA

Autor do trabalho: DAVID RAFAEL ABEL FERRÂO

O escritor recorda o menino como uma estrela no céu e tem saudades pois só ele o compreendia... O principezinho enquanto esteve no planeta Terra, tentou compreender os homens, os comboios, as serpentes, as raposas, as flores, e sobretudo a amizade: «Quando nos deixamos prender a alguém, arriscamo-nos a chorar de vez em quando...».

Por fim, o escritor percebeu que nada acontece por acaso e regressou para casa no avião que finalmente conseguiu consertar e continuou a tentar desenhar o seu principezinho de cachecol e cabelo dourado.

Outros Trabalhos Relacionados

Ainda não existem outros trabalhos relacionados

Início » Trab. Estudantes » Português » 7º Ano