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Biologia - 12º ano Tumores
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Tiago Filipe Sousa Pinheiro Escola Eb 2,3 e Secundária de Murça Data de Publicação: 01/09/2007 8 Comentar este trabalho / Ler Outros Comentários 7 N.º de páginas visitadas neste site (desde 15/10/2006): SE TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER. |
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Tumores
v Oncologia (Tumores)
O que é um temor? É uma massa de células anormais. Há dois tipos de tumores:
Ø Não cancerosos; Ø Têm um crescimento lento; Ø São capsulados; Ø Não invadem tecidos; Ø Fáceis de remover cirurgicamente, dependendo apenas da sua localização;
Nota: Os tumores benignos se não forem tratados, e se atingirem um órgão vital, podem levar à morte.
Ø São Cancerosos; Ø Têm células estruturalmente anormais; Ø Têm um crescimento rápido; Ø Invadem os tecidos envolventes e metastizam (disseminar ou espalhar para diferentes partes do organismo); Ø São difíceis de remover cirurgicamente;
Existem três características das células malignas, que são:
As células cancerosas continuam a dividir-se, mesmo quando em contacto com outras células. Sem controlo, as células cancerosas invadem e destroem o tecido adjacente (próximo).
É o aspecto mais sinistro do cancro, ou seja, é a capacidade de metastizar (passa para outro local do organismo) um local distante do organismo. Por exemplo: um tumor pode começar a crescer num osso e disseminar-se (espalhar-se) para outro órgão, como os pulmões. O tumor primitivo é onde as metástases se originaram. Os tumores primitivos libertam constantemente células para a corrente sanguínea (onde parte delas morrem, ou são neutralizadas, mas uma em cada dez mil células cancerosas consegue sobreviver). Uma vez alojada, e se estiverem reunidas as condições necessárias para que esta possa crescer, então irá originar um novo tumor.
v Genes e Proteínas Compreender os genes é importante para a compreensão do cancro, visto que muitos cancros são causados por alterações das funções genéticas normais. Os Genes são segmentos de ADN que codificam proteínas, e as proteínas são substâncias que entram na composição dos tecidos. Por outras palavras, os genes são “receitas” que as células usam para produzir proteínas.
v Oncogenes e genes supressores do tumor Segundo os cientistas, tem um papel importante na evolução do cancro. O facto de um tecido pedir células (envia sinais químicos), que vai originar a que seja vista o número de células necessárias ao tecido, e só depois lhe seja enviado. Se tornar a pedir, as células irão consultar os seus “registos genéticos”, fazendo com que não tornem a ser enviadas novas células. Este equilíbrio pode ser alterado, se ocorrem uma mutação num gene. A mutação, em qualquer dos genes altera a sua função ou inactiva o gene. Se se tratar de um gene do factor de crescimento , uma mutação pode transformar o gene num oncogene, ou seja, um gene de factor de crescimento anormal que torna a célula cancerosa. Uma vez que a capacidade dos genes inibidores de crescimento para anular o cancro foram amplamente estudados, estes genes são denominados genes supressores do tumor (gene inibidor do crescimento que anula o cancro).
Muitos carcinomas (tumor que aparece no tecido epitelial – reveste a superfície interna ou externa dos órgãos) evoluem em quatro etapas: 1. Começam como displasia (forma ligeira) não cancerosa; 2. Progridem carcinoma in situ (localizado); 3. Transformam-se em carcinomas malignos invasivos; 4. Progridem para uma forma mais invasiva que pode metastizar (espalhar-se);
v Causas conhecidas e suspeitas de provocarem cancro (factores ambientais, vírus, predisposição genética)
Podem ser classificados em: Ø Factores Químicos; Ø Radiações;
Qualquer destes tipos de radiações pode danificar o ADN. Os factores químicos e as radiações podem originar:
Exemplo: Quem bebe álcool no dia-a-dia está a consumir um mutagene. O fumo de um cigarro, pode levar ao cancro, visto que tem substâncias carcinogéneas. Quem bebe álcool e fuma, o risco de contrair cancro torna-se maior.
Através de vários estudos demonstrou-se que os vírus podem provocar o cancro nos animais. Após esta conclusão os cientistas suspeitam que os vírus também podem provocar o cancro nos humanos. O Vírus é uma pequena partícula da ADN envolvido por um invólucro proteico. Os vírus, por outro lado, são geneticamente “mal comportados”. Envolvidos por uma camada protectora, o vírus desloca-se procurando células para as invadir. Uma vez dentro da célula, a camada protectora degrada-se e o ADN viral (ARN) passa a comandar o mecanismo celular da produção de ADN. O vírus usa “maquinaria” para se multiplicar a si próprio. Em muitos casos, a “invasão” (mais propriamente chamada infecção) pode custar ao humano uns dias de gripe…, uma infecção mais devastadora, é uma infecção pelo vírus da SIDA, podendo levar à morte. OS VIRUS PODEM PROVOCAR CANCRO.
Não podemos “herdar” cancro dos nossos pais do mesmo modo como herdamos a cor de olhos ou dos cabelos, mas podemos herdar características genéticas que podem predispor (preparar) o cancro. Esta predisposição pode significar que o seu ADN é mais susceptível aos mutageneos e aos carcinogeneos, aumentando a probabilidade de ocorrer mutação e transformação maligna.
v Classificações do cancro A classificação do cancro baseia-se no tipo de tecido do qual o tumor deriva:
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