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Ciências Naturais - 9º ano As Pescas em Portugal
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Autores: Patrícia Ferreira Escola 31 de Janeiro Data de Publicação: 26/11/2006 Ver posição deste trabalho no ranking N.º de páginas visitadas neste site (desde 15/10/2006): SE TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER. |
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As pescas em Portugal
Propostas sobre os interesses em Portugal Portugal defende: - a possibilidade de, a partir de 2007, repor os apoios à construção da frota e alargar as elegibilidades relativas às modernizações; - Os apoios específicos para a pequena pesca; - Critérios de definição das zonas costeiras, estabelecidos pelos Estados Membros, de modo a incluir as pequenas comunidades piscatórias nacionais.
A importância da pesca em Portugal Apenas 1% da população portuguesa se dedica à pesca. Os stocks de recursos piscatórios têm também sofrido uma diminuição pois tem-se assistido a uma redução da frota pesqueira portuguesa, ou seja, a plataforma continental portuguesa tem sofrido uma redução. Portugal tem uma ZEE (zona económica exclusiva) de 1 700 000 km². Mais de 90% do pescado descarregado em lotação na Região Autónoma dos Açores é produto de uma pesca artesanal, que respeita a natureza e a manutenção dos recursos. A actividade é realizada em pequenas embarcações de “boca aberta” recorrendo a artes e técnicas seculares conservadas no arquipélago até aos tempos de hoje.
As negociações com Espanha No contexto da Política Comum de Pescas o acesso às pescarias entre as 12 e as 200 milhas é definido pela regulamentação comunitária. Assim um entendimento prévio entre Portugal e Espanha deverá ser integrado na regulamentação comunitária, a menos que as restrições de acesso resultem da própria proposta da Comissão Europeia. Portugal e Espanha concluíram em 2003, um importante acordo bilateral que delimita as possibilidades de pesca dos dois países nas águas ocidentais, entre as 12 e as 200 milhas da costa portuguesa e nas zonas fronteiriças do Minho e do Guadiana, dentro da faixa das 12 milhas. Em concreto, o acordo fixa em 45 o número total de navios espanhóis suplementares que poderão operar nas águas portuguesas entre as 12 e as 200 milhas. O acordo terá uma duração de 10 anos, para vigorar até 31 de Dezembro de 2013. Esse regime apresenta uma proposta que proíbe a pesca de arrasto nas zonas onde existam montes submarinos. A pesca é uma actividade económica que consiste na captura de espécies marinhas com intuito de auto-consumo ou de comercialização. Em Portugal, as espécies mais capturadas são: a sardinha, o peixe-espada preto, a cavala e o atum. Os portos com maior captura de pescado são: Matosinhos, Peniche, Olhão e Sesimbra. Patrícia Ferreira |
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