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Filosofia - 11º ano

A Ciência, o Poder e os Riscos

Autores: Luís Martins e Outros

Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira – Rio Maior

Data de Publicação: 30/05/2007

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N.º de páginas visitadas neste site (desde 15/10/2006):  

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A CIÊNCIA, O PODER E OS RISCOS

"O Homem já pisou a Lua?"

 

 

Introdução

 

O crescente poder que a tecnologia moderna adquiriu e a dificuldade de garantir o seu controlo fizeram com que muitos considerem que a nova cultura técnica tende a ser desumanizada, na medida em que, restringirá a liberdade dos indivíduos e tornará inviável qualquer tipo de controlo por parte dos seres Humanos e dos mecanismos de funcionamento da sociedade. Contudo, tende a esquecer-se que as suas vantagens são imensas e que assim amplia a liberdade de ação dos seres Humanos.

O poder que a Ciência e a técnica puseram nas nossas mãos, permite-nos realizar muitos dos nossos sonhos.

Actualmente podemos projectar e construir o nosso futuro, devemos prever, planificar e executar os ideais a alcançar. Esta actividade é uma ação própria de todo o ser racional, responsável e livre, e implica não nos deixarmos esmagar pelos acontecimentos.

A grande esperança do Homem dos nosso dias esta na Ciência e tecnologia. Contudo, hoje, esta esperança já não pode ser tão ingénua como foi na idade moderna, que permitiu aos Homens serem donos e senhores do seu próprio destino.  

Hoje, passado esse tempo, podemos comprovar que o aumento do conhecimento e do pode que a Ciência e os seus produtos técnicos, trouxeram consigo bem-estar, mas também vieram acompanhados de violência, destruição e morte.

As duas grandes Guerras que tiveram lugar no nosso século puseram a descoberta que o desenvolvimento científico-tecnológico não iria necessariamente trazer bem-estar e felicidade.

À medida que se alargam as fronteiras do conhecimento (por exemplo, a ida do Homem), geram-se novas expectativas e a convicção de que, tecnicamente, tudo será possível. De facto é já tecnicamente possíveis intervenções tecnológicas nos processos da Natureza. Estas possibilidades pouco impensáveis intranquilizam não só os cientistas como também qualquer cidadão e levam-nos a recear as suas consequências.

Para começar e terminar este trabalho, a nossa atenção vira-se para a seguinte questão “Será que o Homem já foi à Lua?”.

Este trabalho tem como objectivo responder a questão anteriormente colocada e talvez mudar a opinião da maioria das pessoas.

 

 

Corrida espacial

 

A disputa entre Estados Unidos e União Soviética (URSS) pela conquista do espaço foi o grande impulso para a exploração espacial. Resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos, além de descobertas importantes.

Em 1957, a URSS partiu em vantagem, lançando o Sputnik 1, o primeiro satélite artificial a entrar em órbita. Uma semana depois, foi lançado o Sputnik 2, com a cadela Laika, o primeiro ser vivo a ir para o espaço.

Em 1958, os EUA reagiram com a criação da NASA (National Aeronautics & Space Administration), responsável pelo programa espacial do país.

Nesse mesmo ano foi lançado o primeiro satélite artificial americano, o Explorer 1.

A partir de 1960, o principal objectivo das viagens espaciais passou a ser a ida do homem ao espaço.

Novamente a União Soviética sai em vantagem, em 1961, com a viagem tripulada por Iuri Gagarin na cápsula espacial Vostok 1.

A viagem durou uma hora e 48 minutos e percorreu cerca de 40 mil quilómetros em volta da Terra numa única órbita.

Em 1962, os americanos enviaram John Glenn para o espaço.

O projecto soviético para enviar o homem à Lua começou com a nave Soyuz 1, mas foram os americanos os primeiros a chegarem na superfície lunar em 20 de Julho de 1969, quando o módulo lunar Eagle, da nave Apollo 11, pousou no solo, e o primeiro homem a pisar a Lua, Neil Armstrong deu fim à corrida espacial.

A famosa frase do astronauta tornou-se célebre na História do século XX: "Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a Humanidade".

As viagens à Lua começaram bem antes das viagens a Marte e foram símbolo do domínio mundial americano, já que o contexto era o da Guerra Fria, na qual EUA e União Soviética disputavam o poder político e económico.

A principal missão do Projecto Apollo era levar homens à Lua e trazê-los de volta a salvo, mas a possibilidade de não dar certo era tão grande que o presidente dos EUA, Richard Nixon, já tinha um discurso pronto para cada uma das situações: o sucesso ou o fracasso da operação.  

Ao total, foram 17 naves do Projeto Apollo. As naves números 11, 12, 14, 15, 16 e 17 tiveram sucesso e cumpriram a missão de pousar em solo lunar. A Apollo 13 teve problemas no abastecimento de oxigénio do módulo de comando ao entrar na órbita lunar e não conseguiu fazer a aterragem.

 As missões das outras naves também chegaram à órbita da Lua, mas não realizaram a aterragem, já que faziam parte de testes. Mais de 400 kg de materiais foram recolhidos nas seis viagens em que as naves pousaram na superfície do satélite.

Mas será tudo isto verdade? Os estados unidos fizeram estas seis Viagens?

 

 

Factos que comprovam a falsidade desta situação

 

”O Homem já pisou a lua?”

Parece à primeira vista de qualquer um, uma pergunta um pouco indecente, pois existe vídeos e fotos que comprovam este acontecimento que, de um modo geral mudou os rumos da humanidade.

Após várias pesquisas em sites e em alguns livros, presenciamos a inúmeras evidências de fraude, que iremos desenvolver em grande pormenor durante o trabalho. De seguida a apresentação destes factos, muito provavelmente que ninguém continue com a mesma opinião sobre a viagem do Homem à Lua.

Todas as imagens presentes neste trabalho foram retiradas directamente do site da NASA, nos Estados Unidos.

Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua de acordo com as fotos?

O diâmetro da terra é 3,7 vezes maior que o diâmetro da lua, e a massa da terra é 81 vezes maior que a massa da lua. Estes são dados da própria NASA.

Aparentemente, estas fotos são duas montagens feitas por duas pessoas diferentes.

A primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próxima do real, enquanto que a segunda foto mostra o tamanho da Terra vista da Lua, menor que o tamanho da Lua vista da Terra, na expedição da Nave Apolo11.

Na suposta expedição à lua com a nave Apollo 17, em 1972.

Teria a NASA cometido a burrice de enviar os astronautas à lua exactamente na época em que a lua estava mais distante da Terra, gastando assim mais combustível?

A única explicação possível para o tamanho da Terra nestas fotos.

O que são as luzes no canto superior esquerdo desta foto?

A NASA afirma que não se trata de iluminação artificial, tratando-se de um brilho que bate nas lentes da câmara fotográfica e o reflecte no fundo do interior da câmera, causando este “defeito visual” na foto, também encontrado em diversas fotos.

As sombras também deveriam ser paralelas, mas não é o caso (Fig.9).

São perfeitas as definições da sombra na roupa do astronauta Edwin Aldrin, sendo que na lua não á refracção da luz. Ou seja não existe penumbra. Ou a sombra é totalmente preta, ou não existe sombra.

Penumbras como esta, perfeitamente visíveis na roupa de Aldrin, são impossíveis de existir na lua porque na lua não existe atmosfera. Os responsáveis pelas penumbras no nosso planeta são os gases existentes na atmosfera.

E de salientar a nitidez desta imagem, onde Edwin Aldrin esta no centro da sombra do modulo lunar. Devido a ausência de partículas de oxigénio e outros gases no vácuo, todo o espaço ocupado pela sombra deveria estar totalmente escuro, ou seja seria impossível ver-mos Aldrin nesta foto. Portanto, esta é mais uma foto nunca tirada na lua.

Edwin Aldrin, “na lua”, ao lado da bandeira tremulante dos Estados Unidos da América. De onde veio esse vento? Será que o vento solar tem a capacidade de tremular uma bandeira tão forte como afirma a NASA?

Nestas fotos também se verifica uma grande quantidade de pegadas. É este o foco de outro problema: para que se forme a marca de uma pegada, tem que haver humidade no ar. A lua não tem atmosfera, logo não tem ar, muito menos humidade! Portanto, é praticamente impossível que se formem pegadas tão bem definidas como as que se observam nestas fotos, também encontradas em milhares de outras fotos supostamente tiradas na lua.

Estas fotos induzem que o módulo lunar foi colocado muito cuidadosamente nesse sítio. São profundas as pegadas do astronauta na superfície lunar, enquanto que a base do módulo lunar se mostra perfeita sobre a superfície, sem se afundar, durante uma queda de um módulo lunar de tantas toneladas.

Enquanto que três anos depois a viagem da nave Apollo 17 aperceberam-se da falha da base lunar da Apollo 11, resolveram tentar corrigir afundando a base do Módulo Lunar Apollo17.

Atente nesta foto, que foi tirada contra o sol, e estar nitidamente perfeita, na Terra é impossível tira fotos contar o sol, e saírem perfeitas, se na lua não há atmosfera e a luz incide com mais rigor queimaria-se mais facilmente.

Atente nesta foto pode-se verificar 7 erros.

1º - A sombra da antena parabólica está para um lado, enquanto a do astronauta está para outro e a da bandeira para outro.

2º - A bandeira deveria estar totalmente caída no mastro, devido à ausência de vento na Lua.

3º - Há diversas sombras na foto, impossíveis de existirem num ambiente sem atmosfera.

4º - Há pegadas por toda a parte, impossíveis de existir num ambiente sem humidade.

5º - Não há estrelas no céu, que deveriam ser mais visíveis na Lua no que na própria Terra, devido à ausência de humidade.

6º - No chão, debaixo do Módulo Lunar, não há indícios de ele ter pousado ali.

7º - Um astronauta nunca pousaria um Módulo Lunar ao lado de uma cratera.

Para terminar, vamos aqui expor uma noticia publicada no jornal “O Público” em 15 de Agosto de 2006.

 

NASA perdeu gravação original do Homem da Lua

A agência espacial norte-americana (NASA) não sabe onde estão as cassetes de vídeo originais da primeira missão à Lua, na qual o astronauta Neil Armstrong disse em Julho de 1969: “um pequeno passo para o homem, um passo gigante para a humanidade”.

“A NASA está à procura das cassetes originais da caminhada no espaço da missão Apollo 11, a 21 de Julho de 1969”, disse Ed Campion, porta-voz do centro espacial Goddard, da NASA, em Greenbelt, Maryland, nos arredores de Washington.

Os vídeos poderão estar em qualquer parte em Goddard ou em qualquer outro local da rede de arquivos da NASA, acrescentou.

A procura destes registos começou há cerca de ano e meio quando o centro espacial se deu conta de que não sabia onde estavam.

Neil Armstrong, o primeiro homem a andar na Lua, comandou a primeira missão lunar americana a bordo da cápsula Apollo 11, com os astronautas Buzz Aldrin e Michael Collins. Armstrong aterrou na Lua a bordo do módulo Eagle, em Julho de 1969.

As cassetes originais nas quais se encontram os dados da missão Apollo 11 foram registadas em três estações: Goldstone na Califórnia, Honeysuckle Creek e o observatório Parkes na Austrália. Depois foram enviadas para Goddard que as transferiu para os Arquivos Nacionais no final de 1969. Mais tarde, a NASA pediu as cassetes de volta e foi então que se lhes perdeu o rasto.

Parece a ser uma notícia um pouco estranha, pois todos nós temos a noção que a NASA é uma grande instituição e bem organizada, ou será um motivo para não se virem a descobrir mais tarde erros nas gravações.

 

 

Neil Armstrong

Neil Armstrong, o “primeiro homem a pisar a Lua

Neil Alden Armstrong nasceu a 5 de Agosto de 1930, em Wapakoneta no estado de Ohio. Ex-astronauta dos Estados Unidos da América, piloto de testes, aviador naval e escreveu seu nome na história do século XX e da Humanidade ao ser o primeiro homem a pisar na Lua, como comandante da missão Apollo 11, em 20 de julho de 1969.

Antes de se tornar astronauta, Neil Armstrong foi aviador da marinha, tendo combatido na Coreia como piloto de caça. Após a guerra, ele retornou aos Estados Unidos e tornou-se piloto de testes de empresas fabricantes de aviões, testando mais de 900 tipos de aeronaves diferentes durante a década de 50, incluindo o famoso X-15, o primeiro avião do mundo a voar na estratosfera terrestre.

Armstrong interessou-se pela NASA cinco ou seis meses depois da abertura das inscrições para a formação de um novo grupo de astronautas, em 1962, e foi escolhido para o chamado Grupo dos Nove, denominação decorrente do modo como eram conhecidos os primeiros astronautas norte-americanos selecionados em 1960 para o Projeto Mercury, o Grupo dos Sete, tornando-se o primeiro astronauta norte-americano civil.

Em Dezembro de 1968, Donald Slayton, antigo astronauta do Projecto Mercury e então Chefe do Comité de selecção de astronautas do Projecto Apollo, ofereceu a Armstrong o comando da Apollo 11. Esta escolha surgiu de uma reunião semanas antes, entre os principais directores do programa Apollo, que decidiram que Armstrong seria o primeiro na Lua por causa do seu perfil parecido com o grande herói americano Charles Lindbergh, um homem de características discretas e essencialmente técnicas.

Desde então, hoje com 76 anos e casado pela segunda vez, Neil Armstrong leva uma vida discreta, aparecendo somente em solenidades do governo americano relativas a tecnologia espacial e em palestras sobre o passado e o futuro da conquista do espaço.

 

Edwin Aldrin

Edwin Eugene Aldrin nasceu a 2 de Janerio de 1930, no estado de Nova Jersei. Astronauta, ex-coronel e piloto da Força Aérea norte-americana e o “segundo homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969”, como tripulante e piloto do Módulo Lunar Eagle, da missão Apollo 11, a “primeira a pousar no satélite”.

Edwin Aldrin entrou para a NASA em Outubro de 1963, e voou ao espaço pela primeira na missão Gemini XII, a última do projeto Gemini, de naves com dois astronautas, quebrando o recorde de permanência fora da nave em atividades extra-veiculares, provando que astronautas poderiam trabalhar no espaço.

Um homem extremamente reservado, que fugiu dos holofotes da fama mundial após o histórico vôo para ser professor de engenharia em seu estado natal, Aldrin deixou a NASA após o passeio lunar, voltou à Força Aérea num cargo presidencial e passou a fazer palestras em todo o mundo promovendo a exploração espacial.

 

Michael Collins

Michael Collins nasceu a 31 de Outubro de 1930 em Itália, astronauta americano que pilotou a Apollo 11 juntamente com Neil Armstrong e Edwin Aldrin. Enquanto estes pisaram a superfície lunar, Collins ficou na nave onde serviu de piloto de comando.

 

 

NASA

 

Vista aérea do Complexo de Lançamento 39 no Centro Espacial Kennedy da NASA, mostrando em primeiro plano o prédio de montagem de foguetes

A NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration), é simplesmente conhecida mundialmente como a Agência Aeroespacial Americana. É uma agência do Governo dos EUA, criada em 1958, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.

A NASA foi responsável pelo suposto envio do homem à Lua e de diversos outros programas de pesquisa no espaço.

Actualmente ela trabalha em conjunto com a Agência Espacial Europeia (ESA), com a agência espacial russa e com mais alguns países da Ásia e do mundo todo para a criação da Estação Espacial Internacional.

A NASA também tem desenvolvido vários programas com satélites e com sondas de pesquisa espacial que viajaram até outros planetas e até, alguns deles, se preparam para sair do nosso sistema solar, sendo a próxima grande meta, que tem atraído a atenção de todos, uma viagem tripulada até o planeta Marte, nosso vizinho.

 

 

Conclusão critica e pessoal de Bruno Feitor

 

Após uma análise sucinta deste trabalho, nos apercebemos de um enorme problema, que muitas das vezes se esconde por detrás de eventos e de projectos financiados pelo estado ou por empresas americanas e não só, mas principalmente.

Talvez eu esteja a levar o meu cepticismo ao extremo, mas é intolerável continuarmos a ser ingénuos como temos sido até aqui, não podemos acreditar em tudo o que é socialmente aceite como verdadeiro, é aqui que reside a fonte de todos os problemas relacionados com a politica, a ciência, e todos os riscos que elas acarretam. Muitas pessoas tem medo de serem gozadas socialmente, por questionarem aquilo que está estipulado socialmente como sendo verdade absoluta, mas como se sabe não existem verdades absolutas, assim sendo, não vejo qual o problema de questionarmos, por exemplo, um dos maiores acontecimentos do século XX, “o homem na lua”.

Como qualquer processo de problematização, começámos por colocar uma questão: será que o homem foi á lua? E foi esse o ponto de partida para uma enorme investigação, que teve os seus frutos. Frutos esses que á primeira vista, podem ser considerados contraditórios, mas que na minha opinião são bastante credíveis e muito relevantes.

Todas a fotos que utilizamos como fonte de argumentos encontram-se no site oficial da NASA, atribuindo maior credibilidade aos nossos argumentos. Ao nível da interpretação das fotos, é importante referir que todas as teorias estão cientificamente provadas.

O nosso objectivo não é impingir ás pessoas que acreditem nas nossas teorias, mas apenas que tenham conhecimento do mundo que os rodeia. Vou-me referir em particular aos E.U.A., não só pelo facto de serem das maiores potências mundiais, mas também pelo facto de estarem envolvidos nas maiores conspirações de todos os tempos, como por exemplo o assassinato do presidente Kennedy. Não é novidade para ninguém que as organizações relacionadas com o caso, são capazes disto e de muito mais.

Este é um bom exemplo de como através do poder, os seres humanos não olham a meios para atingirem os seus fins, mesmo que esteja em causa a maior mentira que toda a historia já ouviu falar.

Assim sendo, a celebre frase: “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a Humanidade”, não passa mesmo disso, de uma simples frase, constituída por letras e sinais de pontuação como todas as outras.

 

Bruno Feitor

 

 

Conclusão critica e pessoal de Flávio Santos

 

Ao realizar este trabalho em conjunto com os meus colegas de grupo, foram várias as discussões entre nós, discussões que me levaram a reflectir muito comigo mesmo e certamente também a eles, que num modo geral a troca de ideias entre ambos levou-nos a conclusões nunca antes concebidas.

Em muito pequeno foram vários os minutos ao luar com os meus familiares mais próximos, as histórias eram várias, mas lembro-me de uma muito especial, que era sobre a suposta viagem do Homem à lua. Ao contarem-na não tinham consciência que podiam estar a dizer um enorme “disparate”, e a mim, ainda hoje me custa acreditar que durante tantos anos tenha acreditado nesta história do passado, que de um modo geral mudou muito o mundo.

Há volta de um ano atrás, numa conversa com o meu irmão, ele falou de a possibilidade da viagem à lua não ter passado de uma enorme “mentira”, a minha primeira reacção foi de desprezo, mas após uma reflexão mais profunda acabei por lhe dar razão, e acabando mesmo por propor este tema aos meus colegas de grupo.  

Será importante referir que a Ciência e a Técnica permitem à Humanidade realizar enormes progressos. O mundo em que vivemos reflecte-se com as descobertas e invenções da Ciência, e é certo que nenhum de nós consegue sequer imaginar como seria viver sem os recursos que a Ciência e as tecnologias põem a nossa disposição. 

Infelizmente a Ciência não nos traz só algo positivo mas também nos traz algo muito negativo na maior parte dos casos, posso referir um excelente exemplo: o caso das guerras que envolvem enormes avanços tecnológicos com a criação de novos métodos de armas de combate, que por um lado enriquece a economia de um pais, mas que por outro lado destrói a de outro pais, levando mesmo a extremos de miséria e pobreza.

Não nos podemos esquecer que a Ciência é como uma ferramenta indispensável para o Homem e que cada vez mais entra e confronto directo com a Natureza, e bom que este confronto não se alastre mais, pois sem duvida, na minha maneira de ver, a Natureza sairia como grande vencedora e mais tarde o Homem iria pagar por todo o mal que lhe teria feito.

Mas voltando ao tema do nosso trabalho, mais propriamente a questão formada por pelo nosso grupo “o Homem já pisou a Lua?”, a minha opinião e muito concreta. Não acredito neste facto histórico, os EUA são considerados ainda hoje como a super potência mundial, mas que na minha maneira de ver, se o é, é devido a muitas fraudes e concretizadas pelo governo norte-americano. Não me estou a referir nomeadamente só ao caso da viagem à lua, mas também relativamente sobre o 11 de Setembro que acredito que ainda esteja muito por descobrir, admito que esteja a ser um pouco céptico, mas penso que alguns dos factos que apresentamos ao longo deste trabalho são bastante concretos em relação à viagem à Lua.

Terminarei esta conclusão dizendo, por mais verdadeiros que os factos nos pareçam, devemos sempre duvidar, recorrendo a provas e tirar as nossas conclusões, só assim chegaremos a uma opinião concreta da realidade que nos enfrenta, porque muitas das fraudes da historia da humanidade ainda estão para vir no futuro.

Flávio Santos

 

 

Conclusão critica e pessoal de Gonçalo Henriques

 

Este trabalho permitiu-me reflectir sobre o impacto da Ciência na nossa qualidade de vida.

Actualmente, mais do que nunca, graças ao progresso científico e tecnológico, tenho consciência de que o nosso conhecimento da realidade é uma construção racional, elaborada metodicamente, de modo a captar da realidade aquilo que corresponde aos métodos e instrumentos utilizados.

A relação do cientista com a realidade não é uma observação passiva da verdade.

Há uma participação activa do Homem naquilo que conhece, ou seja, ele põe-lhe a sua marca, não enquanto indivíduo (subjectivismo), mas enquanto comunidade científica (inter subjectividade).

A metodologia científica é apenas uma maneira de analisar e interpretar a realidade.

Assim sendo, posso concluir que nem a Ciência é esse conhecimento absoluto, capaz de descrever a realidade tal como ela é, independentemente das características da nossa racionalidade e das limitações teóricas e técnicas do conhecimento para abordar áreas da realidade cada vez mais complexas, nem a única maneira de tentar enquadrar a realidade para conseguirmos viver.

Em relação ao trabalho, ou seja, à ida do homem à Lua, a minha opinião é formada em factos que a “NASA” nos mostra sobre a veracidade desta viagem.

Para mim, esta viagem realizada pelos astronautas Neil Amstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins a bordo da “Apollo 11”, foi uma espécie de influencia que gerou uma espécie de ilusão optimista e uma crença ingénua na capacidade humana de alcançar um conhecimento absoluto do Universo. Segundo Auguste Comte e o positivismo, só admitimos como o conhecimento verdadeiro o que possa ser comprovado com base em factos.

Com base nesta doutrina, posso retirar a ideia de que esta situação do Homem na Lua foi tudo um projecto dos EUA para “manipular” o mundo através do uso do conhecimento científico. Pois, já a partir da revolução industrial, o uso do conhecimento científico e das suas aplicações tecnológicas transformou a Ciência num instrumento de domínio e de poder quer sobre a natureza, quer sobre o próprio Homem. Apesar de ser um instrumento capaz de melhorar as condições de vida, também pode ser usado para dominar os seres Humanos, limitar a liberdade e destruir o equilíbrio natural da vida no nosso Planeta.

É obvio que a ciência e as suas aplicações tecnológicas trouxeram benefícios inegáveis e mudaram radicalmente o modo como vivemos.

Nenhum de nos consegue sequer imaginar como seria viver sem os recursos que a ciência e as tecnologias põem à nossa disposição. Mas isso não significa que as aplicações tecnológicas da ciência não tenham os seus riscos e que tudo o que é tecnicamente realizável deva ser feito.

A consciência desta ambivalência do poder da ciência exige que todos nos empenhamos numa reflexão acerca do controlo ético da investigação e das suas aplicações.

Gonçalo Henriques

 

 

Conclusão critica e pessoal de João Pascoal

 

Para elaborar esta conclusão englobarei o nosso trabalho no grande tema sugerido pelo professor, “ Os poderes e riscos da ciência.”.

Começarei por fazer algumas perguntas a mim mesmo, “ será que foi em 1969 que o Homem pisou o solo lunar pela primeira vez?”, “Que influencias teve no Mundo essa ida á lua?”.

O nosso grupo de trabalho, formado por mim pelo Flávio, o Bruno, o Gonçalo e o Luís André, defende ao longo do trabalho a tese de que a ida á Lua foi uma grande fraude elaborada pelo governo Norte Americano, para defender essa tese mostra-mos imagens (cuja origem vem da NASA) que poderão ser controversas a vários níveis.

Para concluir o nosso trabalho teremos de recuar no tempo, até á origem do Homem. Como é de conhecimento geral a evolução do Homem deve-se acima de tudo ás várias batalhas que o Homem teve de enfrentar, os primitivos tiveram de inventar as lanças para combater a fome possivelmente, e apesar de todos os contras que os cientistas enfrentaram nos anos da inquisição (cuja origem remonta a 1131) o Mundo evoluiu a uma velocidade tremenda e sempre ou quase sempre, devido ás guerras que os povos tiveram de enfrentar e para as ganhar criaram armas de guerra cada vez mais evoluídas e evoluíram cientificamente. E foi isto o que se sucedeu com os Alemães (nazis), sendo na segunda guerra mundial onde o Mundo viu o maior avanço tecnológico e cientifico, recorrendo aos melhores matemáticos, físicos e químicos do mundo, tal como nós (portugueses) o fizemos no tempo dos descobrimentos com o infante D. Henrique e D. João II a contratar os melhores navegadores, alguns judeus inclusive. Mas os tempos mudaram e as guerras são outras, com Adolf Hitler no comando da maior “maquina de guerra” do mundo, a Alemanha teve as maiores evoluções do século XX, podemos tomar como exemplo a criação do rottweiler, a clonagem sabe-se que os cientistas alemães já tinham em mente a clonagem para criar uma única raça Humana no mundo, a “ariana” também surgiram os melhores tanques de guerra, Panger Tiger é o melhor exemplo, mas aquilo que mais interesse tem para a conclusão deste trabalho é a obra desenvolvida pelo alemão Wernher von Braun.

Este liderou outros cientistas alemães e juntos desenvolveram durante a Segunda Guerra Mundial os foguetes V-1 e V-2, que foram base para as pesquisas sobre foguetes dos EUA e da URSS no pós guerra, ao invadirem a Alemanha entrou-se numa “guerra” entre os países da guerra fria para alcançarem as invenções alemãs, os russos ficaram com as plantas e fábricas de Wenher, mas foram os EUA que ficaram com Wenher, e foi com estas bases que começou a corrida espacial.

Com o final da Segunda guerra mundial, estabeleceu-se uma política global bipolar, ou seja, centrada em dois grandes pólos (denominadas na época super potências): EUA e URSS. Formadas por ideais distintos, ambos os pólos de poder tinham como principal meta a difusão dos seus sistemas políticos e culturais no resto do mundo.

É com base neste último paragrafo que eu defendo que os EUA tinham motivos para com o seu melhor realizador de ficção cientifica, Stanley Kubrick, conseguirem forjar a suposta ida do Homem á lua, vale a pena relembrar que os EUA estavam a “perder” a corrida espacial, os cientistas russos já tinham enviado um ser vivo para o espaço, cadela Laica, e pôs-to em orbita o satélite sputnik.

A aterragem na lua, deu por terminado a corrida espacial, pois os E.U.A foram visados em todo o mundo como o país mais desenvolvido, a verdadeira super potência.

Afirmo que talvez tenhamos sido um bocado cépticos na elaboração do trabalho, pois o nosso grupo já desenvolveu em anos anteriores trabalhos sobre supostas fraudes norte americanos, mais especificamente sobre os atentados do dia 11 de Setembro, no pentágono, onde afirmaríamos terem sido predispostos pelo governo dos E.U.A.

Não sei qual das duas é a mais chocante, mas qualquer uma delas teve efeitos benéficos para a comunidade norte americana.

E é assim que a ciência domina o mundo, evoluindo não para ajudar a humanidade, mas para criar dinheiro.

João Pascoal

 

 

Conclusão critica e pessoal de Luís Martins

 

Estávamos no fim da guerra-fria havia uma tremenda disputa entre os estados unidos da América e a ex. União soviética URSS. Era uma época em que o país mais avançado tecnologicamente reinava.

Chegar á lua em plena década de 60 era uma utopia. Mas os estados unidos tinham a ambição de hegemonia sobre a união socialista soviética. E como tinha sido a união soviética a lançar o primeiro homem no espaço Yury Gagarin, em 12 de abril de 1961 A bordo da nave Vostok. O presidente americano de então, Jonh Kennedy, lançou o desafio de chegarem á lua. Construíram um plano maquiavélico para persuadir toda a humanidade da sua ida á lua, e em 20 Julho de 1969, três astronautas americanos Neil Armstrong, Edwin Aldrin, e Michael Collins viajaram a bordo da nave Apollo 11 até a superfície lunar.

 Mas com o evoluir dos tempos podemos questionar-nos acerca da validade daquela viajem. Pois a ciência evolui-o e, desde então nunca mais ninguém chegou a superfície lunar, e, só daqui a quinze anos os japoneses, que todos sabemos serem actualmente o topo da inovação tecnológica do planeta, irão pisar a superfície lunar.

 O nosso trabalho engloba todas as teorias que explicam como foi formada a mentira do século XX. Esperamos com ele despertar a consciência critica de muitas pessoas acerca do controle que a América exerce sobre a humanidade. Esta fraude é apenas um exemplo do que os Estados Unidos América são capazes de fazer para poderem comandar o mundo.

Luís Martins

 

 

Bibliografia.

- Diciopédia 2005;

- Alves, Fátima; Arêdes, José; Carvalho, José; ”705 Azul”; Filosofia 11ªAno; Texto Editores.

- Revista “Super Interessante”.

- www.wikipedia.com

- publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267337&idCanal=35

- www.afraudedoseculo.com.br

- www.cinedie.com

- www.hq.nasa.gov/office

 

Bruno Feitor, Flávio Santos, Gonçalo Henriques, João Pascoal e Luís Martins

 

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