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Filosofia - 11º ano

A Clonagem Humana

Autores: Filipa Campos

Escola Secundária D. Sancho I

Data de Publicação: 04/07/2007

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A Clonagem Humana

 

1. Referir a importância do desenvolvimento científico para o bem-estar e a sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida do ser humano:

As descobertas científicas e as suas aplicações a nível prático trouxeram benefícios inquestionáveis para o ser humano e transformaram completamente o modo de vida de todos nós.

A Ciência e a técnica revolucionaram os processos produtivos e as maneiras de viver do Homem: aumentaram o seu poder sobre a Natureza, contribuíram para melhorar as suas condições de vida (nomeadamente no aumento da esperança de vida, na melhoria das condições de trabalho, de acesso à educação e formação, na oportunidade de proporcionar maior conforto e mais diversão e na libertação de medos e doenças e de crenças e preconceitos infundados, que a Ciência veio desmistificar).

 

2. Salientar que, apesar dos seus inúmeros e inquestionáveis benefícios, a Ciência também acarreta vários contras:

São indiscutíveis os benefícios trazidos pela Ciência e pelas suas aplicações técnicas, mas isso não nos pode deixar esquecer os riscos e os inúmeros prejuízos que elas também podem provocar. Não temos, certamente, um conhecimento ajustado dos riscos e prejuízos… Por isso, devemos sempre ponderar todos os prós e os contras dos novos avanços.

Poderia aqui deixar vários exemplos de invenções e descobertas que continuamos a usar sem saber ao certo quais os riscos; e de outros que temos plena consciência dos seus maleficios e nem por isso os abandonamos.

Por exemplo, todos conhecemos os efeitos á exposição das radiações do telemóvel e a possibilidade de provocarem a destruição da estrutura do material biológico, mas não diminuímos o uso deste, pelo contrário. O automóvel: polui, causa mortes, deficiências… mas, no entanto, não o dispensamos. Por outro lado, quase não se conhecem os riscos da produção de espécies transgénicas, mas, mesmo assim, não temos cuidados especiais na sua produção. E também apenas podemos supor quais as desvantagens da clonagem humana.

É dela que eu vou falar agora…

 

3. Fazer uma pequena abordagem ao sub tema, explicando em que consiste a clonagem humana:

 

Existem várias formas de definir clonagem humana. A Associação Médica Americana definiu a clonagem como “a produção de organismos geneticamente idênticos através da transferência nuclear de células corporais”. Este é o processo pelo qual o núcleo de uma célula constituinte da estrutura de um organismo já existente é transferido para um oócito (célula germinal feminina que está em processo de ser convertida num óvulo maduro) do qual o núcleo foi removido.

Podemos falar em clonagem humana para fins reprodutivos e para fins terapêuticos…

A clonagem reprodutiva tem por objectivo o nascimento de crianças, enquanto que a clonagem terapêutica tem por objectivo a obtenção de tecidos ou órgãos destinados a fins médicos.

Em relação à Clonagem Reprodutiva, em penso que toda a criança tem o direito de, nascida de uma mistura genética entre dois progenitores, ser imprevisível, única; parecida mas diferente daqueles que a trouxeram ao mundo. É esta mistura que está por detrás daquilo que é a crença que define a civilização ocidental, que cada indivíduo é exclusivo e insubstituível. O que aconteceria ao nosso senso de individualidade se fossem as crianças feitas por encomenda? É o espaço que criamos para a individualidade que dá a cada ser o direito de ser ele mesmo, de saber que não é a reprodução de alguém, construída segundo um molde genético escolhido ao capricho de alguém…

Por outro lado, a Clonagem Terapêutica seria bastante vantajosa, tanto para a Ciência como para a Medicina. A clonagem de órgãos para transplante é, provavelmente, a maior razão prática para permitir a clonagem. Há ainda a possibilidade de que a clonagem humana venha, um dia, a possibilitar a reversão de ataques de coração, pois alguns cientistas acreditam que a injecção de células cardíacas saudáveis clonadas no tecido cardíaco danificado poderá levar à cura do coração. Combinando a tecnologia da clonagem com a tecnologia do crescimento de células germinativas humanas, doenças crónicas como Alzheimer, Parkinson e a doença degenerativa das articulações podem ser curáveis. As possibilidades são infindáveis e podem permanecer por descobrir se a clonagem humana for banida…

Mas, parando com as minhas observações próprias, vou passar a fazer referência aos riscos e vantagens destas…

 

4. Fazer referência a alguns potenciais benefícios da clonagem humana:

 

a.    A possibilidade de que, através da tecnologia da clonagem, se possa renovar a actividade de células danificadas, substituindo-as por células novas crescidas em cultura;

b.    A capacidade de criar seres humanos com a mesma informação genética para actuarem como dadores de órgãos;

c.    O beneficio de estudar a diferenciação celular ao mesmo tempo que a clonagem é estudada e desenvolvida;

d.    Os casais inférteis terão a possibilidade de ter filhos com a informação genética de um dos pais e poderiam, assim, deixar de ser usadas as técnicas actuais de fertilização in vitro, produzindo, deste modo, indivíduos relacionados a eles mesmos;

e.    Os cientistas esperam que as células estaminais humanas possam abrir caminho a novos tratamentos para doenças que de outra forma seriam incuráveis, tais como a doença de Parkinson, doenças cardíacas, doença de Alzheimer, paralisia, acidentes vasculares cerebrais e a diabetes. Esperam, assim, substituir as células danificadas do cérebro ou do corpo através da utilização de uma técnica de transplante de células estaminais. As células estaminais poderiam ser provenientes de embriões, de embriões clonados e talvez mesmo de adultos. Um embrião clonado a partir de células do doente teria a vantagem de ter o mesmo ADN. Assim, o risco de rejeição seria muitíssimo menor. Ao invés de inserir este embrião em uma mãe de aluguer, as suas células são usadas para produzir células-tronco que são capazes de evoluir para diversos tipos de células do corpo. Estas células-tronco podem, portanto, serem utilizadas para criar órgãos humanos, tais como corações, fígados e pele. Estas células-tronco também podem fazer crescer neurónios capazes de curar aqueles que sofrem de doenças como o mal de Parkinson, de Alzheimer ou síndrome de Rett. Como funciona a clonagem terapêutica:

1. O ADN é extraído de uma pessoa doente;

2. O ADN é então implantado no óvulo de uma doadora, desprovido de núcleo;

3. O óvulo então divide-se como uma fertilização típica e forma um embrião;

4. Células-tronco são removidas do embrião;

5. Qualquer espécie de tecido ou órgão pode ser formada a partir destas células-tronco para tratar o doente.

 

5. Explicar como evoluiu o processo científico para fazer com que fosse possível a clonagem de um ser humano:

Enquanto a clonagem vegetal vinha sendo continuamente optimizada, a clonagem animal e, sobretudo, a humana eram consideradas apenas uma visão futurista da ciência… No entanto, como resultado do avanço no conhecimento científico, tanto a clonagem humana como a animal já estão aí. Isto ficou mais evidente em Fevereiro de 1997 com o nascimento da ovelha Dolly, o primeiro mamífero a ser clonado a partir de uma célula adulta, na Escócia.

Clonagem humana: como se faria?

Possivelmente, seria usado o mesmo procedimento que foi usado para criar a ovelha Dolly. Esta técnica de clonagem é chamada de transferência nuclear da célula somática.

Os cientistas tirariam o ADN (onde está contida toda nossa informação genética) de uma célula epidérmica e colocariam num ovo de uma mulher da qual foi previamente retirado o ADN. Uma faísca de electricidade iria dividir o ovo e após alguns dias teria um embrião geneticamente igual a si. Formado, então, um embrião, este é implantado na mãe de aluguer, aquela que forneceu o óvulo. Caso o procedimento seja bem sucedido, a mãe de aluguer dará à luz à uma cópia exacta da pessoa clonada (de quem foi retirado a célula com DNA) ao fim de um período normal de gestação.

A ficção da produção de clone humano não é prioridade, o que os cientistas pretendem é produzir células humanas clonadas que possam ser utilizadas para tratar algumas doenças.

Relativamente à chamada clonagem terapêutica, os cientistas iriam produzir um embrião clonado utilizando o ADN das células da pessoa a tratar. Em seguida, iriam retirar as células estaminais deste embrião, transformavam-nas em células do tipo da doença (por exemplo células cerebrais) e fariam um transplante para o local desejado (o cérebro, neste caso).

A relação abaixo explica como funciona a transferência nuclear da célula somática no processo de clonagem:

 

6. Sublinhar o potencial poder que esse facto exerceria sobre a humanidade:

A ciência avança a passos largos e as técnicas de clonagem tanto para vegetais ou animais deverão ser cada vez mais estudadas e aperfeiçoadas. A questão central é saber de que forma e para que fins essa tecnologia será manipulada. Se se permitisse a clonagem humana de forma liberal, estabelecer-se-ia, neste campo, a anarquia. Pois, para além das potenciais desvantagens, teríamos problemas como:

§         Empresas oportunistas a utilizar a técnica para outros fins que não o avanço da ciência e benefício da humanidade;

§         O mau uso da clonagem de bebés, a fim de lucrar;

§         Várias pessoas, em todo mundo, anunciaram a sua intenção de clonar um bebé, o desejo de fama sobrepõe-se à análise das consequências que delas possam resultar;

§         Quando a possibilidade de duplicar seres humanos foi anunciada, muitos temeram que vilões da nossa história fossem trazidos de volta à vida. Mas, a não ser que acreditemos que o mal está presente no gene de uma pessoa, isto não é um motivo de preocupação. A clonagem apenas duplica o corpo, não necessariamente o carácter ou personalidade de uma pessoa. A mesma pessoa não voltaria ao mundo, e sim alguém fisicamente idêntico seria criado.

 

7. Apontar os variados riscos e problemas que iria causar se se colocasse em prática estes novos avanços da Ciência:

§         A possibilidade de comprometer a individualidade – As crianças tornar-se-iam como qualquer outra comodidade que adquirimos: tamanho, cor e outros traços seriam predeterminados pelos pais. O mistério da individualidade humana seria uma coisa do passado. Para além disso, crianças que forem clones de pessoas que já faleceram poderão ser consideradas meramente a continuação da vida daqueles que já se foram.

§         A perda da variabilidade genética;

§         Um mercado negro de fetos pode surgir, de dadores “desejáveis” que queiram clonar-se a eles próprios, como estrelas de cinema, atletas e outros;

§         A técnica da clonagem de mamíferos revela-se muito pouco eficaz em termos de sobrevivência dos embriões. A taxa de êxito registada nas cinco espécies de mamíferos até agora clonados varia entre os 3 e os 5 por cento;

§         A tecnologia não está ainda bem desenvolvida, tendo uma baixa taxa de fertilidade (para clonar a Dolly foram produzidos 277 ovos, 30 começaram a dividir-se, 9 induziram a gravidez e apenas 1 sobreviveu);

§         Envelheceriam rapidamente – os poucos clones que sobrevivem ao processo costumam não ter vida longa ou saudável;

§         A grande maioria das tentativas de clonagem de um animal resultou em embriões deformados ou em abortos após a implantação. Muitos cientistas defende que os poucos animais clonados nascidos apresentam malformações que não são detectáveis através de exames ou de testes no útero como, por exemplo, deformações ao nível do revestimento dos pulmões. A maior parte da investigação publicada demonstra que a morte ou a mutilação do clone são os resultados mais prováveis da clonagem de mamíferos;

§         As crianças poderiam morrer no parto, e, se isso não acontecesse, maioritariamente morreriam prematuramente;

§         Normalmente, nascem com deficiências físicas ou malformações fatais, tais como, insuficiências respiratórias e imunológicas, problemas cardiovasculares, malformações renais e deficiências mentais;

§         Até a chegada da Dolly, vários fetos morreram durante a gestação ou logo após o nascimento, e alguns desses tinham sérias anomalias. Clones que sobrevivem até o nascimento tendem a ser maiores do que o normal, por exemplo. Isso aconteceu tão frequentemente que, em quatro anos desde o nascimento de Dolly, os cientistas já cunharam um novo termo: large offspring syndrome, LOS, ou síndrome do filhote grande;

§         Há sempre uma questão religiosa relativa à clonagem de seres humanos. Muitos acreditam que a criação de vida é assunto exclusivo do Criador. Eles acreditam que a vida é uma dádiva Divina, que deveria estar além dos poderes humanos. A Igreja acredita que a alma é criada no momento da concepção, e por isto o embrião merece protecção. Para aqueles que concordam com a Igreja, a tecnologia não aperfeiçoada da clonagem significa assassinato em massa;

§         A clonagem de seres humanos pode causar graves efeitos nos nossos relacionamentos familiares. Um pai pode ter um filho idêntico a ele, e estar feliz com o facto, mas como isso afectará a relação entre filho e mãe? Ele crescerá e ficará igual a seu pai – o homem pelo qual ela se apaixonou e com quem se casou. O mesmo também vale para uma filha que nasceria fisicamente idêntica à sua mãe. Como isso afectaria o seu relacionamento com o seu pai?   Ao analisar os prós e contras da clonagem humana, temos que pensar como isto afectaria outras pessoas em nossa sociedade. Um outro exemplo: um casal tem um filho clonado igual ao pai, e o casal eventualmente divorcia-se. A esposa agora odeia seu ex marido, mas seu filho é fisicamente idêntico ao homem que ela menospreza. Como é que isso irá influenciar o relacionamento destes?

 

8. Referir a importância de alertar para uma reflexão ética e social sobre o assunto:

Nos avanços da Ciência, em geral, e na clonagem humana, em particular, devemos tomar uma posição crítica e avaliar todos os progressos com uma reflexão pessoal e social.

As reflexões éticas visam alertar-nos para o perigo da Ciência poder ser usada contra o Homem, uma vez que há bons e maus usos das descobertas cientificas…

Uma consciência colectiva dos riscos que os avanços científicos causam deve exigir que nos empenhemos numa reflexão acerco do avalo ético da investigação científica e das suas aplicações.

Devemos, assim, promover e valorizar uma reflexão ética que alerte para a necessidade de orientar as descobertas científicas para problemas sociais comuns, para que as suas aplicações técnicas sejam colectivamente aceites; para que se realce e promova a responsabilidade do cientista e para encorajar o esclarecimento e a participação dos cidadãos no sentido de exigir o respeito pelos direitos humanos e pela preservação da Natureza.

Desta forma, a questão da clonagem humana não pode ser reduzida apenas a um problema  técnico. Está em jogo não apenas a vida de um novo ser, mas a sua própria dignidade enquanto pessoa. Ao clonar-se as células de um ser humano, destrói-se a própria identidade do novo ser. Deixamos de ter indivíduos, e como tais únicos e irrepetíveis, para termos múltiplos sem dignidade própria.

 

9. Salientar o facto dos problemas da clonagem humana estarem nas mãos das decisões tomadas por todos nós (Homem):

Todos reconhecemos a necessidade de alertar e evitar as práticas científicas que ponham em causa os direitos humanos e o equilíbrio natural.

É essencial que se promova a divulgação da ideia de que a Ciência é uma actividade político-social e que o seu desenvolvimento deve ser orientado no sentido de promover a dignidade dos seres humanos.

Devemos, cada vez mais, ter uma posição activa na sociedade e tomar pulso das descobertas científicas para que não sejamos esmagados por elas.

Não podemos deixar que nos encantem apenas com os possíveis benefícios da clonagem humana e que nos façam esquecer os riscos. Esta é uma descoberta que, se liberalizada, poderá trazer inquestionáveis vantagens mas que, ao mesmo tempo, põe em risco a Humanidade. Se deixarmos que se permita que esta prática se realize estaremos a colher alguns dos benefícios mas iremos também ter de suportar as consequências…

É um assunto delicado que não deve ser deixado nas mãos dos cientistas, das instituições ou dos Estados, mas que deve ser questionado e debatido por todos nós. Está nas nossas mãos evitar que se propaguem os maleficios do lucro incontrolado e que se melhore, isso sim, a qualidade de vida das pessoas. Não nos podemos esquecer também de respeitar a opinião de todos…

 

10. Levantamento de algumas questões acerca do assunto:

a.      Que repercussões poderá ter a clonagem humana na nossa vida quotidiana?

b.      Qual a responsabilidade social do cientista? E a das instituições? E a individual (a nossa)?

c.      Tudo o que a Ciência nos permite realizar deve ser feito?

d.      Será necessário impor limites éticos à Ciência? Será possível?

e.      Quais são as relações entre a Ciência e o poder (politico, económico, militar)?

f.       Poderá haver “Ciência sem consciência”?

g.      Justifique a necessidade da fundamentação ética.

h.      Como controlar os milhares de projectos de pesquisa em andamento em diferentes países?

i.        Um embrião é um ser humano ou apenas uma bola de células?

j.        Os direitos do embrião prevalecem sobre os direitos de um adulto ou de uma criança que padece de uma doença incurável?

k.      É correcto utilizar um embrião como uma "fábrica" de células estaminais?

l.        Quando é que um embrião ou feto se torna num ser humano?

m.    Será aceitável criar um embrião com a única intenção de o utilizar para investigação antes de o eliminar?

n.      Como é que se sentiria se o seu ovo ou espermatozóides armazenados fossem misturados com um ovo ou espermatozóide completamente desconhecidos, criando um embrião com o único objectivo de investigação?

o.      Será que as vantagens desta investigação prevalecem sobre os custos?

p.      Quem tem prioridade nos direitos? O adulto em fase terminal ou o embrião congelado há quatro dias?

q.      Será que as vantagens da investigação das células estaminais prevalecem sobre os danos que possam vir a ser causados?

r.       Sem a existência de um consenso entre os estados-membros da UE, será que quem necessitar de uma terapêutica de células estaminais se deslocará simplesmente ao país vizinho onde este esteja à disposição?

s.      Recorreria à clonagem se esta fosse a sua única possibilidade de ter um filho? E quem é que queria que soubesse?

t.       Conseguiria identificar uma criança clonada?

u.      Pode a nossa sociedade permitir o sofrimento dos primeiros clones humanos para colher os benefícios quando a clonagem estiver aperfeiçoada?

 

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Filipa Campos

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