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Trabalhos de Estudantes Trabalhos de Filosofia - 11º Ano |
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A Pessoa Humana na Sociedade Pós Moderna Autores: Douglas Matias de Oliveira Escola: [Escola não identificada] Data de Publicação: 12/06/2007 Resumo do Trabalho: O que nós nos tornamos? O homem cada vez que ultrapassa seu olhar das aparentes significações, pergunta no que consiste em si, de certo que permanece buscando ao significado de ser e do existir. Ver o Trabalho Completo Comentar este trabalho / Ler outros comentários Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word para notapositiva@sapo.pt pois só assim o nosso site poderá crescer. |
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O que nós nos tornamos? O homem cada vez que ultrapassa seu olhar das aparentes significações, pergunta no que consiste em si, de certo que permanece buscando ao significado de ser e do existir, apesar de correlacionar-se a um egocentrismo ao qual vivemos na sociedade pós-moderna. A primeira questão que foi colocada é a respeito do que nos tornamos? O que a pessoa humana se transformou até chegar nessa atual situação? Ora, isso conecta ao descobrimento de quem somos, pois se não sabemos tal sentença, como poderíamos ser capazes de nos tornarmos alguém? Mas a visão que temos atualmente da pessoa humana é a tradução do que o homem pensa de si e do mundo, isto condiz com a particularização da estrutura dimensional humana, que está atrelada a maneira do homem conhecer, isto é, o conhecimento é algo sensível, aos quais somente os sentidos podem prová-lo e comprová-lo, isto faz com que se dê uma autonomia tal a razão, que a mesma engana-se, por considerar a verdade somente o que pode ser palpável e acredita –se nessa realidade, satisfazendo-se somente com o objeto e não mais buscar outros sentidos anteriores pois basta saber o que se sente. Esse prisma, construído nas bases estruturais do pensamento, faz com que o humano seja visto como mero objeto, pois esse é passível de estudos particularizados de seus arquétipos dimensionais, sendo tratado como objeto, o homem obviamente influenciado pelas circunstâncias, pois vive em sociedade,porquanto um influência o modo de vida do outro. Também olhará ao outro como objeto, por isso sucede uma banalização não somente ética, mas cria-se um homem vazio existencialmente, pois tem se prazer naquilo que também o sensível trás ,que consiste em prazeres aparentes, momentâneos e ocos, que obtém um descartável consumo para uma vida monótamente tediosa e carente de sentido. Nesse contexto se insere a pessoa humana, mas que em uma posição dialética, nota-se em contrapartida a necessidade de uma totalidade que embasa o dualismo humano, de fragmentar-se e unir-se. Percebemos que o sentido de globalização que foi deturpado para uma finalidade de consumo, é na realidade o desejo do homem de encontrar-se na totalidade de uma visão holística, pois á busca permeia uma condição inata ao homem, existe uma retomada existencial, pois não foi dada a resposta ao homem de suas pergunta básicas, ou ele não soube ouvi-las, pois constitui o mistério humano que a razão aproxima-se, mas não pode conhecer, pois a mesma não abarca ao infinito e esse é absurdo ao processo racional,mas que de certa maneira o homem tem a necessidade de unir-se e voltar-se, pois sua essencialidade permanece a mesma, mas quando a olhamos focamos em superficialidades, isto é, o homem no inicio do pensamento ocidental, interessou-se pela razão contemplativa sobre a natureza, fazendo com que se maravilha-se perante as causas naturais , pois bem, hoje ele acredita que detém todo o conhecimento sobre a natureza e que a controla, enquanto agora se maravilha consigo mesmo. Deturpara-se o sentido contemplativo, pois mudou sua aspiração de pensar acerca de si e do mundo. Vemos também no que diz respeito à fé, que na idade média tinha uma conotação para um transcendente superior, aonde se obtinha a cura das doenças da alma, hoje a fé é na própria medicina e no médico, pois eles são ovacionados como os desbravadores do conhecimento sobre o humano. Notadamente vemos às deturpações que o homem fora lançado, isso ocorre porque o homem voltou-se contra si, isto é , contra ao caminho natural que se submete as coisas do mundo,mas também naturalmente, planejadamente e logicamente,o homem em sua trajetória se envaideça narcisicamente consigo, pois se levarmos em conta teologicamente de que o ‘homem é a semelhança e perfeição de Deus” , ele apaixona-se por si mesmo com a ambição e agravamento de querer tornar-se um grande ser superior e uno. É óbvio no que diz respeito à trajetória humana o que está acontecendo e especulemos, acontecerá, de maneira escatológica, pois o colapso ao qual o mundo está sujeito e tal qual o homem está, são os sinais do tempo ao qual o homem é o principal ator. As mudanças climáticas, tsunamis, terremotos, maremotos, pestes dentre tantas outras coisas, são maneiras de demonstrar ao homem uma nova maneira de retomar a realidade de si e do mundo.Estamos na era da mudança brusca, ao qual o colapso e caos procedidos avaliam novamente uma ordem sistêmica, da qual o homem procede para uma comunhão solidária consigo e com o outro, pois o efeito migratório que jamais tenhamos visto, se efetivará pois o nomadismo se demonstrará à única maneira de procurar outros povos, pois a tempestuosa ação natural fará que povos dizimados pelos fenômenos naturais se unam a outros povos como questão de subsistência, mas que trará uma volta aos sentimentos puramente humanos, para sua substancialidade ao qual caminha toda a coisa do mundo que é o bem em si na totalidade da pessoa humana.
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