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Paga o justo pelo pecador
– O caso da Suécia

A Suécia é fustigada, todos os anos, por destruidoras chuvas
ácidas: tem 4000 lagos sem peixe (devido às chuvas ácidas), tem
águas contaminadas e grandes áreas de vegetação destruídas.
No entanto, a Suécia ate é uma país que polui pouco a nossa
atmosfera e no qual as pessoas estão sensibilizadas para os
problemas ambientais. O problema é que as chuvas ácidas não caem
apenas no local onde são emitidos os poluentes: os ventos
encarregam-se de as arrastar até outros locais.
Felizmente, o governo da Suécia foi capaz de promover diversas
medidas de modo a diminuir a emissão de poluentes e a corrigir a
acidez de alguns lagos.
Em meados dos anos 60, foi elaborado um conjunto de leis com
vista à conservação da natureza, conseguindo-se com elas
diminuir em 75% as emissões de SO2 e em 2/3 as
emissões de CO2.
Também procedeu ao “tratamento” das águas contaminadas através
de substâncias como o calcário capazes de diminuir a acidez das
águas. Alguns lagos conseguiram ser repovoados, visto que o seu
pH voltou a ser tolerável pelos seres vivos.
Actualmente, com o agravamento da situação mundial, o governo
sueco pensa em tornar as leis ainda mais específicas e
penalizadoras, sendo três possibilidades fortes as seguintes:
aumento de impostos para actividades poluidoras e das taxas
ambientais; controle da utilização de produtos químicos na
agricultura e da circulação automóvel; pagamento de uma
determinada quantia por cada foco de emissão de poluentes
atmosféricos considerável.
Todos os países deveriam ganhar esta consciência ambiental e
esta capacidade passa essencialmente pelos cidadãos daí serem
cada vez mais importantes as campanhas de sensibilização.
E já
agora: anda a pé – é bom para a saúde e diminuem-se as emissões
de muitos poluentes que os automóveis enviam para a atmosfera,
esse bem tão precioso e indispensável! |