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Físico-Química - 10º ano Medição em Química
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Autor: Janaína Maurício Escola Secundária de Palmela Data de Publicação: 10/12/2006 Ver posição deste trabalho no ranking N.º de páginas visitadas neste site (desde 15/10/2006): SE TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER. |
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Trabalho de Pesquisa Medição em Química
Medida: É uma aproximação, melhor ou pior, do verdadeiro valor da quantidade medida. Esta deve não só conter o valor numérico estimado, mas também a incerteza associada e a unidade respectiva, quando a tem. A medida é o resultado da medição.
Medição: é uma operação que compara o valor de uma dada grandeza com a respectiva unidade padrão. Esta pode ser indirecta ou directa. As medições de um comprimento, de uma massa ou de um tempo, por exemplo, são directas porque comparamos directamente o valor da grandeza com a unidade-padrão.
Incerteza Relativa: Chama-se incerteza relativa, ao valor do quociente entre a incerteza absoluta e o valor mais provável da medida. A incerteza relativa exprime-se por vezes em termos de percentagem e define então a chamada percentagem de erro, ou incerteza percentual.
Incerteza Absoluta: Há dois tipos, a incerteza absoluta de leitura e a de observação. Denominamos incerteza absoluta de leitura á de leitura ao erro máximo razoável que podemos cometer ao efectuar uma leitura. Normalmente adoptam-se regras para cada tipo de aparelho analógico ou digital. Toma-se como incerteza absoluta de observação o módulo dos desvios calculados, ou seja o desvio absoluto máximo. Em suma chama-se incerteza absoluta, ao valor máximo dos módulos dos desvios das medidas, em relação à média.
Erros Experimentais: é impossível efectuar uma medida que forneça o valor verdadeiro por mais sofisticado que for o aparelho ou a técnica. Os erros experimentais dependem normalmente do aparelho utilizado, do operador ou das condições experimentais. Estes podem ser erros experimentais sistemáticos ou acidentais.
Erros Sistemáticos: Perturbações que influenciam todas as medições da mesma quantidade no mesmo sentido, por excesso ou por defeito. Podem ser corrigidos se a causa for descoberta e eliminada. Alguns exemplos podem ser: calibração incorrecta ou regulação do aparelho de medida; posição inadequada ou manipulação incorrecta do operador durante a medição; simplificação no modelo matemático em medições indirectas; entre outros.
Erros Acidentais: Derivam de factores variáveis e ocasionais que não podem ser controlados. Não têm qualquer regularidade, ou seja, variam em grandeza e em sentido de modo aleatório. Não podem ser eliminados, conquanto possam ser atenuados se aumentarmos o número de medições. Alguns deles:
Exactidão: Indica a proximidade entre os valores medidos e o valor verdadeiro, é uma medida muito exacta se estiver próxima do valor verdadeiro, contudo raramente se pode falar de exactidão de uma medida, apenas o podemos fazer quando há um valor tabelado. A exactidão das medidas está relacionada com os erros sistemáticos, estes fazem deslocar os valores das medidas no mesmo sentido.
Precisão: Designa a concordância entre os diversos valores medidos para a mesma grandeza nas mesmas condições, ou seja, a repetibilidade da medida. Se tivermos várias medidas, há uma grande precisão quando há uma pequena dispersão de valores e a mais precisa é aquela cujo desvio é menor (a que está mais próxima do valor médio). A precisão das medidas está relacionada com os erros acidentais (quanto maior for a dispersão das medidas, mais erros acidentais foram cometidos).
Alcance: Dá o valor máximo que um aparelho de medida permite medir.
Sensibilidade: É o valor da menor divisão da escala.
Janaína Maurício |
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