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Trabalhos de Estudantes Trabalhos de Físico-Química - 10º Ano |
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Medição de Volumes Autor: Fátima Nunes Escola: [não identificada] Data de Publicação: 01/02/2008 Resumo do Trabalho: A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado físico da amostra (líquido ou sólido) e da sua forma (regular ou irregular)... Comentar este trabalho / Ler outros comentários Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word para notapositiva@sapo.pt pois só assim o nosso site poderá crescer. |
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Medição de volumes
A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado físico da amostra (líquido ou sólido) e da sua forma (regular ou irregular). Os resultados obtidos podem ser expressos em unidades SI, metro cúbico (m³), ou em unidades submúltiplas deste, que é o caso mais frequente. Normalmente, as unidades submúltiplas mais usadas são o mililitro (Ml), ou centímetro cúbico (cm³), e o litro (L), ou o decímetro cúbico (dm³).
Medir volumes de líquidos Para medir volumes de líquidos usam-se diversos instrumentos, consoante o rigor a observar e o volume da amostra. Para medições rigorosas usam-se pipetas, buretas ou balões volumétricos. Para medições menos rigorosas utilizam-se as provetas. Qualquer um destes instrumentos tem inscritas algumas informações importantes, tais como: · Volume máximo (capacidade); · Graduação da sua escala, normalmente em mililitros; · Tolerância (limite máximo do erro); · Traço de referência, no caso de pipetas ou balões volumétricos; · Temperatura de calibração (temperatura a que deve ser feita a medição e que é, normalmente, 20˚C).
Erros de paralaxe – Erros associados à incorrecta posição do observador. A leitura deverá ser feita de modo a que a direcção do olhar coincida com a linha tangente à parte interna do menisco se este for côncavo (ex: água), ou à parte externa do menisco se este for convexo (ex: mercúrio).
Medir volumes de sólidos A técnica a usar na medição do volume de um corpo sólido depende da sua forma: regular ou irregular. Se o corpo for um sólido de forma regular (cubo, esfera, paralelepípedo, pirâmide, etc.) medem-se os comprimentos necessários a aplicam-se as fórmulas que permitem calcular os respectivos volumes. Para medir o volume de um cubo basta medir uma das suas arestas e aplicar a equação V=a³. Para medir o volume de uma esfera determina-se o seu raio (metade do diâmetro) a aplica-se a fórmula V= (4/3) p r³.
Medição de temperaturas Na medição de temperaturas usam-se termómetros, em geral de mercúrio, graduados, normalmente, em graus Celsius (˚ C). Devem ser manuseados com cuidado para não se partirem. Antes de se fazer qualquer leitura, deve estudar-se a escala do termómetro que se vai utilizar, de modo a evitar erros, e deve verificar-se o seu alcance está adequado à temperatura a medir.
Medição de massas Medir a massa de uma amostra é uma operação de “pesagem”. O instrumento necessário para essa operação é a balança, que está geralmente graduada em grama (g), unidade submúltipla do quilograma (kg). Existem vários tipos de balanças, com alcance e sensibilidade diversas. O alcance é o valor máximo que é possível medir utilizando a balança; a sensibilidade é o valor da menor divisão da sua escala. Após a selecção da balança, pesa-se a amostra com os seguintes cuidados: · Não colocar a amostra directamente sobre o prato da balança, mas, sim dentro de um recipiente limpo e seco que pode ser um vidro de relógio, um copo de precipitação ou até um simples papel de filtro. Estes recipientes devem estar à temperatura ambiente; · Evitar vibrações da mesa ou da bancada em que se encontra a balança; · Evitar derrame de líquidos ou reagentes sólidos sobre o prato da balança.
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