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Trabalhos de Estudantes Trabalhos de Físico-Química - 11º Ano |
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Sintese de sulfato tetraminocobre hidratado Autores: Marisa Barreira Escola: [Escola não Identificada] Data de Publicação: 12/06/2008 Resumo do Trabalho: Relatório experimental, efectuado no âmbito da disciplina de Físico-Química, sobre a Sintese de sulfato tetraminocobre hidratado. Ver o Trabalho Completo Comentar este trabalho / Ler outros comentários Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word para notapositiva@sapo.pt pois só assim o nosso site poderá crescer. |
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Resultados experimentais
Massa de CuSO4.5H20 (s) “pesada” = 5,0072 g Massa do papel de filtro = 38,2837 g Massa do papel de filtro + cristais = 42,8337 g
Resposta às questões pós-laboratoriais:
1. Traduza por uma equação química a reacção ocorrida R: 4NH3 (aq) + CuSO4.5H2O (s) => [Cu(NH3)4]SO4.H2O (s) + 4H2O (l)
2. Efectue os cálculos estequiométricos, determinando o reagente limitante Fórmulas
n=m/M
Sulfato de cobre (II) penta-hidratado (CuSO4.5H20) m (CuSO4.5H20) = 5,0072 g
M (CuSO4.5H20)
= 1xAr(Cu) +1xAr(S) + 4xAr(O) + 5x2Ar(H) + 5xAr(O) n = m/M ⇔ n= 5,0072 / 249,61 ⇔ n= 0,02 mol
Reagente limitante (CuSO4.5H20)
= n (reagente)/ coeficiente (reagente)
Amoníaco NH3 (aq) 25% (m/m) Nota: a solução aquosa com a qual trabalhámos só contém 25 % de NH3 por isso tivémos de trabalhar somente com 25% da massa da solução.
ρ = m/V ⇔ 0,91 = m/ 8 ⇔ m= 7,28 g
100
------ 7,28 (7,28 x 25) / 100 = 1, 82 g
M (NH3)
= 1 x Ar (N) + 3 x Ar (H)
n (NH3) = m/M ⇔ n= 1,82/17 ⇔ n= 0,107 mol
Reagente limitante
= n (reagente)/coeficiente (reagente)
R: O reagente limitante é o Sulfato de cobre (II) penta-hidratado (CuSO4.5H20).
3. Calcule o rendimento da reacção.
Cálculo da massa teórica de [Cu(NH3)4]SO4.H2O 1 mol de CuSO4.5H2O _________ 1 mol [Cu(NH3)4]SO4.H2O 0,02 mol de CuSO4.5H2O _______ x
x =(0,02 x 1) /1 = 0,02
M ([Cu(NH3)4]SO4.H2O) = 1xAr(Cu) + 4xAr(N) + 12xAr(H) + 1xAr(S) + 4xAr (O) + 2 x Ar (H) + Ar (O) = 63,55 + 4 x 14 + 12 x 1,01 + 32,06 + 4 x 16 + 2 x 1,01 +16 = 245,75 g/mol
n =m/M ⇔ 0,02=m/245,75 ⇔ m=4,915 g m (experimental) = 42,8337 - 38,2837 = 4,55 g η= m (experimental)/ m (teórica) x 100 ⇔ η= 4,55/4,915 x 100 ⇔ η= 92,57%
R: O rendimento da reacção foi de 92,57%.
Conclusões e Crítica O produto obtido não foi exactamente o esperado devido a erros laboratoriais e propriedades das substâncias Teoricamente seria esperada uma massa de 4,915 g. Visto que obtivémos 4,55 g, o rendimento calculado foi de 92,57%. Não podemos considerar que o rendimento da experiência tenha sido mau pois sabemos que é quase impossível haver um rendimento de 100% numa reacção química. No entanto este poderia ter sido melhor. Tal não aconteceu devido aos seguintes problemas: . O próprio produto, por ser «pastoso», ficou retido nas paredes do gobelé, havendo desperdício do mesmo (no entanto o nosso grupo não trabalhou com a massa exacta de 4,99g ; . O facto de não se ter realizado a secagem a vácuo adulterou, também, o valor do rendimento da reacção embora nós tenhamos tentado remediar o caso com a secagem na estufa não a mais de 100ºC pois o tetraaminocobre II mono-hidratado começa a decompor-se libertando água e amoníaco a 120º C. . O grau de pureza do álcool etílico utilizado na lavagem dos cristais não era (como é natural) 100%, o que significa que os 4% de água existentes também intervieram na reacção, podendo ter contribuído para alterar uma pequena porção do rendimento. . Interferiu no rendimento, também a forma como o etanol (CH3CH2OH) foi deitado para o gobelé (ponto 4 do procedimento experimental), pois deveria ser deitado lentamente, quanto mais lento melhor o resultado da reacção. . Embora não tenhamos concluído a sucção utilizámos o funil de buchner em que deveria ser colocado um pouco de água destilada. Porém houve um pequeno descuido de um dos elementos do grupo que derramou mais do que o proposto. Este facto torna-se uma das causas para que a rentabilidade tenha descido pois a água dissolve os sais. Observámos que com este excesso de água foi possível ocorrer uma cristalização adicional quando a solução foi colocada na estufa. Quanto às normas de segurança no laboratório: consideramos que as cumprimos e tentámos fazer com que não suscitasse algum perigo embora não tenhamos usado todo o material exigido segundo as substâncias manipuladas (no caso do NH3 seria necessário para além do uso da bata e da hotte, o uso de óculos e luvas). Mas tal facto não é relevante devido às poucas quantidades de reagente com que trabalhámos.
Bibliografia . Arieiro Maria Elisa, Corrêa Carlos, Basto Fernando Pires, Almeida Noémia (2008), Preparação para o Exame Nacional Física e Química A 11º ou 12º [ano 2], Porto Editora . http://www.scielo.br/img/fbpe/qn/v22n5/5a21t2.gif
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