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Trabalhos de Estudantes Trabalhos de Físico-Química - 11º Ano |
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Som - Onda Mecânica Longitudinal Autores: Flora Silva Escola: Escola Secundária do Castêlo da Maia Data de Publicação: 12/01/2007 Resumo do Trabalho: Trabalho sobre o som enquanto onda mecânica longitudinal, efectuado no âmbito da disciplina de Físico-Química (11º ano). Ver o Trabalho Completo Comentar este trabalho / Ler outros comentários Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word para notapositiva@sapo.pt pois só assim o nosso site poderá crescer. |
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Som enquanto onda mecânica Produção e propagação de um sinal sonoro Em todas as fontes sonoras ocorrem vibrações de meios materiais elásticos que se transmitem por ondas. Os sinais sonoros também podem originar ondas periódicas que se propagam no tempo e no espaço. Em particular, as ondas harmónicas desempenham papéis importantes na propagação de sinais áudio nos programas sonoros. Se os sinais forem produzidos por osciladores harmónicos, as suas frequências não variam. Isto é, propagam-se desde as fontes sonoras até aos receptores (por exemplo, um microfone) com a mesma frequência. Como qualquer onda, o som transporta energia
A vibração da membrana do
altifalante faz saltar os grãos de areia.
O microfone detecta as vibrações do diapasão e envia sinais ao osciloscópio. O inverso do período lido no osciloscópio é a frequência do diapasão.
No ecrã do osciloscópio
observa-se a representação gráfica de uma função sinusoidal. Daí que se
possa
Mecanismo de propagação do sinal sonoro Tal como uma mola, o sinal sonoro propaga-se por sucessivas compressões e rarefacções das partículas do meio, sendo o comprimento de onda (l) a distância entre duas compressões ou entre duas rarefacções sucessivas.
Embora as partículas do meio oscilem, transmitindo a vibração sonora elas não se deslocam acompanhando a propagação do som. Como em qualquer propagação onsulatória, não há transporte de matéria na propagação do som.
O ar que vibra junto da
boca de quem fala não chega aos ouvidos de quem escuta. Quando alguém
fala, a perturbação causada pelo ar é comunicada em todas as direcções,
mas o ar não é transportado para os ouvintes.
Para caracterizar uma onda
sonora, podemos representar a perturbação pelo valor da elongação das
partículas do meio de propagação em relação às suas posições de
equilíbrio. Nos gases é habitual caracterizar a onda sonora pelas
variações de pressão uma vez que é ela que determina a resposta de
importantes receptores de som, tais como o ouvido ou o microfone. Pressão sonora Define-se pressão sonora (Dp) como a diferença entre o valor da pressão do ar e a pressão de equilíbrio, correspondente à ausência de onda sonora, num mesmo instante. A comparação entre os dois gráficos permite afirmar: . A variação de pressão é máxima quando o deslocamento da molécula a vibrar é nulo; . A variação da pressão é nula quando o deslocamento devido ao vaivém da molécula a vibrar tem o valor máximo. Velocidade de propagação do som Como qualquer outra onda mecânica, a velocidade de propagação do som varia consoante o meio de propagação. Velocidade do som em diferentes meios materiais elásticos
Tal como acontece com as outras ondas periódicas, também a velocidade das ondas sonoras (v), o seu comprimento de onda (l) e a sua frequência estão relacionados através da expressão matemática:
Os sons que ouvimos / Características ou atributos do som / Espectro sonoro
Sobreposição de ondas
Uma mesma região do espaço
pode ser atravessada simultaneamente por várias Ondas sobrepostas passam uma pela outra sem se alterarem. As partículas do meio são solicitadas a vibrar de formas diferentes pos cada fonte. Então, executam o deslocamento que cada uma das fontes lhe comunica individualmente. Se duas fontes estão a provocar uma compressão, haverá uma compressão maior (com amplitude igual à soma das amplitudes que cada uma das fontes comunica). Este fenómeno (sobreposição de ondas) dá-se tanto em ondas longitudinais como transversais. Embora cada ponto do meio oscile na forma descrita, cada onda individual permanece inalterada pela presença simultânea das outras. Por isso vemos distintamente a propagação de cada uma.
* Sobreposição de duas ondas de amplitudes iguais e frequências diferentes
Quando as ondas se
sobrepõem têm a mesma frequência, a sobreposição chama-se interferência. . A - Interferência construtiva . B - Interferência destrutiva Este fenómeno tem uma consequência prática muito familiar: Ao ouvir uma orquestra, os nossos ouvidos estão imersos numa onda muito complexa, sobreposição de ondas correspondentes sinais sonoros emitidos por cada um dos instrumentos. Som Harmónico Um sinal harmónico pode ser criado por qualquer fonte que vibre com um movimento harmónico simples. Os instrumentos musicais são emissores de sons harmónicos provocados pelas vibrações harmónicas que neles ocorrem. O diapação utiliza-se na afinação dos istrumentos musicais, porque emite um som com uma única frequência: a fundamental (f0). Os sons musicais, como sucede com os emitidos pelas cordas de um violino, são sons complexos, isto é, são combinações de sons harmónicos, cujas frequências são multiplas de f0.
A cada som harmónico corresponde uma frequência bem definida: o primeiro harmónico tem a frequência mais baixa (fundamental) e os restantes têm frequências que são multiplas inteiras da frequência fundamental. O mesmo instrumento musical pode gerar ondas sonoras muito diferentes, conforme o modo com for tocado. Por outro lado, um mesmo tom produzido por diversos instrumentos soa de forma diferente. essa diferença pode ser usada para os identificar, mesmo que sejam todos do mesmo tipo. Estas características devem-se, em parte, à presença de harmónicos de frequências distintas. De todo o espectro sonoro, o ouvido humano é sensível apenas a uma gama de frequências entre os 20 Hz (som muito grave) e os 20 kHz (som muito agudo).
O ouvido humano distingue os sons de acordo com os respectivos atributos: altura, intensidade e timbre: . Altura: depende, principalmente, da frequência da onda sonora, e permite distinguir sons agudos (altos) de sons graves (baixos). A frequência do som é determinada pela frequência de vibração da fonte que lhe deu origem. . Intensidade: depende, principalmente, da amplitude e da energia da onda. . Timbre: permite distinguir dois sons com a mesma altura e intensidade, emitidos por instrumentos musicais diferentes. Estes atributos são subjectivos e inacessíveis a uma medida física directa.
Os sons podem distinguir-se pela sua frequência e intensidade. A amplitude das vibrações do tímpano humano é de cerca de 10-5 m para o som mais intenso que é tolerável sem dor (corresponde a uma pressão auditiva cerca de 0,03% superior à pressão atmosférica normal) e cerca de 10-11 m para o som de menor intensidade que é detectável. Todos os sons, graves e agudos (de baixa ou alta frequência), se propagam no ar à mesma velocidade - dis-se que o ar é um meio não dispersivo.
Nível sonoro de algumas situações do dia a dia
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