Home

Explicações

Trab. Estudantes

Textos de Apoio

Resumos & Sebentas

Trabalhos da Net

Os nossos amigos

Contactos

TRABALHOS DE ESTUDANTES

 GEOGRAFIA

 
Início » Trabalhos de Estudantes » Geografia » 9º ano
 

A Agricultura Biológica vs. Tradicional

Gonçalo Gonçalves

SE ÉS ESTUDANTE E TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA O NOSSO MAIL notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER.

Introdução

Ao longo deste trabalho vou falar sobre a importância, evolução e objectivos da agricultura tradicional e da agricultura biológica, falando do quanto esta é importante para a vida do Homem e para a evolução da humanidade, tendo em consideração que é necessário cuidar dela de forma correcta e vendo ainda como a agricultura é importante no mundo.

 

 

Agricultura biológica

Agricultura orgânica ou agricultura biológica é um termo frequentemente usado para a produção de alimentos e produtos animais e vegetais que não usam produtos químicos artificiais ou alimentos geneticamente modificados, e geralmente concorda com origem da agricultura sustentável. A Sua base é holística e põe realce no solo. Os seus consumidores acreditam que num solo saudável, mantido sem o uso de fertilizantes e pesticidas feitos pelo homem, os alimentos têm uma qualidade superior a alimentos convencionais. Em diversos países, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, a agricultura orgânica é definida por lei e regulamentada pelo governo.

 

Características:

 

O princípio da produção orgânica é o estabelecimento do equilibro da natureza utilizando métodos naturais de adubação e de controlo de pragas.

A filosofia dos alimentos orgânicos não se limita à produção agrícola, excedendo-se também à pecuária (em que o gado deve ser criado sem remédios ou hormonas), e também ao processamento de todos os seus produtos: alimentos orgânicos industrializados também devem ser produzidos sem produtos químicos artificiais, como os corantes e aromatizantes artificiais.

A cultura de produtos orgânicos não se limita a alimentos. Há uma tendência de crescimento no mercado de produtos orgânicos não-alimentares, como fibras orgânicas de algodão (para serem usadas na produção de vestuário). Os entendidos das fibras orgânicas dizem que a utilização de pesticidas em níveis excepcionalmente altos, além de outras substâncias químicas) na produção convencional de fibras representam um abuso do ambiente por parte da agricultura convencional.

A pedologia limitou-se durante décadas ao estudo da estrutura físico-química do solo. Hoje a agronomia ressente-se do seu desconhecimento da micro fauna e microflora do solo e da sua ecologia. Estima-se que 95% dos microrganismos que vivem no solo sejam desconhecidos pela ciência.

Produtos biológicos costumam ser significativamente mais caros que os tradicionais, tanto por causa do maior custo de produção, quanto pelo seu marketing (que explora uma imagem de "apelo ecológico").

Muitos estados nos Estados Unidos oferecem agora uma certificação biológica para os seus fazendeiros. Para um sistema de produção ser certificado como biológico, a terra deve ter sido usada somente com métodos de produção orgânica durante um certo período de anos antes de certificação. Além disso, somente certas substâncias químicas derivadas de produtos naturais (como insecticidas derivados de tabaco podem ser usadas na produção vegetal e /ou animal).

No Reino Unido, a certificação orgânica é realizada por algumas organizações, das quais as maiores são a Soil Association e a Organic Farmers and Growers. Todos os organismos certificados estão sujeitos aos regulamentos da United Kingdom Register of Organic Food Standards, ligados à legislação da União Europeia. Na Suécia, a certificação biológica é realizada pela Krav. Na Suíça, o controle é feito pelo Instituto Biodinâmico.

 

 

A agricultura tradicional

 

Em muitas regiões da terra existem práticas da agricultura assentes nas técnicas ancestrais completamente dependentes das condições naturais, é chamada por isso de agricultura de subsistência cujas características são:

à Elevada percentagem de população agrícola. Os activos destes países menos desenvolvidos ultrapassam os 70%;

à O facto das tarefas agrícolas serem exclusivamente manuais ou através de animais, vê-se pela ausência de maquinação;

à A produção para a auto-suficiência, pois estes não exportam as suas plantações para os mercados ou se por vezes exportarem, é em quantidades reduzidas;

à Organizações de tipo familiar ou tribal das explorações, com as tarefas sendo feitas pelos vários elementos desta;

à Policultura, para possibilitarem a produção de vários e diversos tipos de produtos anuais e assim respondendo às necessidades da família ou do grupo;

à Agricultura extensiva, ou seja, o elevado número de terras incultas, já que a ocupação do espaço é apenas a necessária para a auto-suficiência do grupo;

à A falta de conhecimento dos agricultores que utilizam técnicas agrícolas primitivas e recorrem quer a instrumentos, quer a técnicas arcaicas e isto provoca baixa produtividade.

 

Vejamos alguns exemplos:

Ø A agricultura itinerante sobre queimada – é a forma de agricultura mais primitiva, pratica-se nos países em vias de desenvolvimento da África, Ásia e América Latina, nas áreas de floresta e savana. Existe nomeadamente nas áreas de fraca densidade populacional. Este processo de cultivo consiste na queimada da floresta para o arroteamento de terás e aproveitamento de cinzas. A organização das terras é comunitária, as técnicas e os instrumentos são arcaicos e em relação ao número de culturas é Policultura.

Ø A agricultura sedentária de sequeiro – desenvolve-se nas regiões de maior densidade populacional, no continente africano. A fertilização dos solos é feita com o recurso da criação de gado, aproveitando adubo natural (estrume) destes.

Ø A agricultura de oásis – verifica-se no norte de África, nas regiões de oásis, caracteriza-se pela intensidade de ocupação do solo, no sistema Policultura e na extrema divisão da propriedade.

Ø A agricultura da Ásia, das monções ou rizicultura – é a forma de agricultura mais comum nesta região da Ásia, estando muito estável com o clima, ou seja, estas condições naturais nesta zona são um clima bastante quente e húmido, tem uma grande densidade populacional, os fertilizantes aqui usados são os excrementos do homem e dos animais. Aqui pratica-se o cultivo do arroz, este é produzido em sistemas de monocultura através de técnicas simples e a necessidade de obter várias culturas por ano, leva a que o arroz seja semeado em viveiros e depois transplantado para os arrozais, o que faz com que hajam grandes produções por ano:

   Etapas da cultura do arroz

          1º. As sementes são semeadas num viveiro;

          2º. Enquanto as sementes germinam o arrozal é trabalhado;

          3º. Depois de inundados os arrozais, os “pés” de arroz são transplantados segundo a técnica de recipagem;

          4º. Enquanto o arroz se desenvolve o campo é sachado;

          5º. Depois é ceifado;

          6º. O arroz é agora tratado e colocado em molhos a secar, entretanto este ciclo recomeça novamente.

 

 

Conclusão

Concluío que a agricultura nos vários países têm características e hábitos diferentes mas ambas têm uma importância significativa para todos nós, vi que a agricultura é um meio indispensável para a sobrevivência do ser humano, pois se esta não existisse não haveriam alimentos saudáveis como os legumes e os frutos e todos nós morreríamos.

Dou por concluído o este trabalho e realço que a agricultura tem características e factos que nós não damos muita importância, mas ela é muito importante, pois sem ela não haveria vida na terra.

 

Gonçalo Gonçalves

Para saber mais sobre este tema, utilize o Google:

Google
Início » Trabalhos de Estudantes » Geografia » 9º ano

N.º de páginas visitadas neste site (desde 15/10/2006):

 


© 2006 - NotaPositiva | Todos os direitos reservados