Trabalhos de Estudantes  

Trabalhos de História - 11º Ano

 

Ficha do trabalho:

As novas representações da Humanidade

Autores: Ana Oliveira

Escola: [Escola não identificada]

Data de Publicação: 06/09/2013

Resumo: Trabalho sobre as novas representações da humanidade, realizado no âmbito da disciplina de História (11º ano). Ver Trab. Completo

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As novas representações da humanidade

Introdução

Executarei, no âmbito da disciplina de História A, este trabalho sobre os “As novas representações da Humanidade na Idade Moderna” e focar-me-ei no seu subtema “O encontro de culturas e as dificuldades de aceitação do princípio da unidade do género humano”, e com ele pretendo abordar conceitos como o providencialismo, o racismo, a escravização e os antecedentes da defesa dos Direitos Humanos, e o esforço de enraizamento da presença branca: missionação e a miscigenação.

Aprofundarei estes temas irei aplicar e reconhecer conceitos relacionados com «o encontro de culturas e das diferenças de aceitação do princípio da unidade do género humano» e com «o esforço de enraizamento da presença branca: missionação e miscigenação» nos séculos XV e XVI.

 

1.   O encontro de culturas e as dificuldades de aceitação do princípio da unidade do género humano

O Renascimento foi um período marcado pelas metamorfoses a nível cultural, social, económico, político ou até mesmo religioso, sendo que também é reconhecido pelo seu impacto na arte, na filosofia e nas ciências. Esta é uma altura em que se forma uma lacuna nas estruturas medievais, pois dá-se uma redescoberta e revalorização, um renascimento da cultura da antiguidade clássica e procura-se um ideal humanista. A principal característica do Renascimento é a passagem do Teocentrismo que vê Deus como o centro do Universo, para o Antropocentrismo que coloca o Homem como o centro do Universo.

Com as descobertas marítimas dos séculos XV e XVI, as noções geográficas dos europeus alteraram-se, as trocas comerciais sofreram mudanças revolucionárias e as relações entre os povos tiveram novo significado, assim como o conceito de Humanidade.

O providencialismo, imperante na Idade Média defendia que Deus criara Adão, o homem perfeito, no Jardim de Éden, segundo a sua imagem e semelhança e fez com que dele descendesse toda a Humanidade.

Se alguns homens praticavam rituais religiosos diferentes, falavam outras línguas, e se alguns se assemelhavam até a monstros (segundo crenças sobre lugares desconhecidos, como é visível no Documento 2), isso devia-se ao facto da Humanidade estar marcada pelo pecado original e pelo pecado de Caim que assassinou o seu irmão Abel. Então, sobre os ideais cristãos, todos esses seres eram merecedores de receberam a palavra de Deus e o sacramento baptismal. Assim o afirmava Santo Agostinho [Doc. 3].

Face a estes pensamentos sobre seres excepcionais, os navegadores europeus tinham um grande interesse e assombro. À luz dos Descobrimentos, verificou-se que a existência de “monstros humanos” não passava de um mito. Foram dados relatos antropológicos detalhados sobre como eram os Africanos, os Ameríndios e os Asiáticos.

. África Ocidental ao olhar Europeu

Durante muito tempo, mitos e preconceitos de toda a espécie esconderam África do mundo real. Ao contacto com o povo Africano, os Europeus viram que estes homens eram negros, de natureza agressiva, raramente estando em paz. Andavam nus e por vezes praticavam actos de poligamiae de antropofagia [Doc. 4] e o povo regia-se por feitiços e crenças incompreendidas pelos Europeus. As terras eram muito quentes e existiam arvoredos espessos que geravam sombra. O Doc. 5 mostra um mapa de Africa, referente à feitoria da Mina.

- Brasil ao olhar Europeu

Os primeiros contactos deram-se em 1500 com a chegada da armada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. Um novo mundo: a América que, descoberta ao acaso achava-se ser a Índia. Desta forma os seus habitantes foram chamados de Índios (Ameríndios). Estes eram vistos como tendo uma pigmentação avermelhada e constatou-se que eram seres humanos perfeitamente normais e bem constituídos; usavam ossos a adornar os lábios e os seus cabelos eram espessos, mas muito curtos. Andavam nus e isso transparecia a sua inocência. Na carta de Pero Vaz de Caminha [Doc. 6], este mesmo diz “Esta gente são homens parvos e andam nus, sem vergonha (…) Têm o lábio da boca, isto é, o debaixo, furado. E nos buracos metem um osso grande como um prego.”.

Este povo não cultivava as terras nem criava animais, alimentando-se assim do que as árvores lhes dessem.

No Doc. 14 da página 11 também é visível uma interpretação do povo brasileiro mais recente (séc. XIX), mas que corresponde às primeiras descrições físicas destes homens.

. O Europeus ao olhar do povo Japonês

Na crónica Japonesa Teppo-Ki, escrita no século XVI, os portugueses são descritos como sendo um povo comerciante, que sabe fazer uma correcta distinção de produtos; um povo de navegadores, sem morada certa.

No entanto, tendo o povo asiático um sistema próprio de etiqueta (utilizavam tenazes de prata e madeira para levar a comida à boca) viam os portugueses como não tendo normas de classe, pois comiam com as mãos, e como praticando um modo de vida errante. Apesar disso, não os viam como inimigos.

Apesar de olhar o Europeu com alguma diferença e hostilidade, eventualmente, o Outro não percebia o seu carácter ambicioso e o que pretendiam: dominar.

Contudo, o Europeu era preconceituoso e racista, pois acreditava na superioridade da raça branca e na religião cristã. Desta forma, recorria às armas em prol da defesa destas suas crenças.

Os islâmicos, seus inimigos comerciais e religiosos eram objecto de total repúdio. Os hindus e os budistas mereceram alguma tolerância, pois ainda era considerada a ideia de que poderiam converter-se à religião cristã. Por sua vez, em torno dos negros e ameríndios era criado um clima de ambiguidade.

Enquanto a sua inocência criava dúvidas, pois acreditava-se ter-se encontrado o Paraíso, as suas características selvagens, os seus actos bárbaros como furar os lábios ou a prática do canibalismo considerou-se impensável a existência de humanidade nestes povos, portanto, estava assim definido o motivo para justificar a escravatura.

. A escravização. Os antecedentes da defesa dos Direitos Humanos.

Com os Descobrimentos, a escravização sofreu um crescimento eminente. A necessidade de mão-de-obra na edificação dos impérios coloniais da Época Moderna: plantações nos arquipélagos atlânticos, fazendas e minas americanas.

Assim como o número de escravos aumentava consideravelmente nos territórios conquistados, na Europa eram necessários em várias actividades, seja como empregados domésticos (quase todas as famílias de médias posses possuíam escravos), em trabalhos agrícolas, ou até mesmo em actividades da vida urbana (como limpeza de ruas). Em Lisboa e em Sevilha, em meados do século XVI, os escravos representavam 10% da população.

Tal como pioneiros nas descobertas marítimas, os Portugueses e Espanhóis tiveram também um papel crucial na exploração e escravatura de seres humanos. Os Ibéricos faziam escravos em todos os seus impérios, mas foi em África que tiveram origem as maiores correntes de tráfico de seres humanos.

O tráfico negreiro organizado teve início em 1445 e aproximadamente quatro séculos e meio depois da fundação da feitoria de Arguim pelos Portugueses, cerca de 15 a 20 milhões de pessoas foram traficadas, a maior parte para a América.

Eram capturados como prisioneiros de guerra e encarcerados em tumbeiros (navios negreiros) [Doc.9]. Durante a viagem, mais de 1/3 dos cativos morria (fome, sede, doenças, asfixia ou devido a revoltas); estes tinham um espaço reservado apenas como o de um caxão, iam acorrentados e não podiam sair do espaço que lhes era confinado [Doc. 10].

O tráfico negreiro era, portanto, uma afronta aos direitos humanos, pela sua violência e desrespeitos pelo Homem.

Já nos mercados, eram vendidos como peças, nunca como pessoas, a um dono particular ou até ao próprio Estado, que marcavam a sua posse com um ferro em brasa. Não tinham quaisquer direitos, e se fugissem eram punidos ou até mortos sem quaisquer punições para os donos.

No entanto, não foi devido à escravatura negra que de se deram os primeiros movimentos de defesa dos direitos humanos, mas sim devido à escravização dos Índios, na América espanhola.

 . Em defesa dos Índios americanos

No continente americano e nas Antilhas foram registados os mais conhecidos abusos dos conquistadores e colonizadores face às populações locais (Ameríndios). Os colonizadores, possuidores de enormes propriedades que lhes haviam sido doadas pela Coroa (as encomiendas), tinham como obrigação doutrinar e proteger os indígenas nelas residentes, a quem pagariam um salário. No entanto, argumentando que os índios eram seres inferiores, os encomenderos ignorarem esses deveres e impuseram-lhes trabalho forçado no cultivo da terra, na exploração de minas e na pesquisa de areias auríferas. Foram estas brutais tarefas a que os índios eram sujeitos, juntamente com a conquista sangrenta e as várias doenças transportadas pelos europeus que conduziram a uma acentuada queda demográfica dessa mesma população ameríndia.

Apesar disso, os frades Francisco de Vitória e António de Montesinos mantiveram-se atentos a esta situação e denunciaram as violentas carnificinas sem escrúpulos praticadas por outros membros da igreja no local. Com estas disputas sobre o estatuto humano dos índios americanos, o papa Paulo III dispôs-se a restaurar a dignidade da Igreja Católica, mostrando o seu apoio à missionação no Novo Mundo, afirmando com a bula Sublimis Deus (1537) que os índios eram tão aptos a receber as doutrinas da Fé como qualquer europeu.

Nessa mesma altura um frade dominicano, Bartolomeu de Las Casas dedicava também a sua vida à causa dos Índios e, na sua brilhante defesa pela Humanidade dos mesmos e pela injustiça da sua escravização levantou contra si, desde colonos a conquistadores, teólogos e eruditos, como Juan Ginés Sepúlveda que acreditava que por os índios serem, segundo ele, inferiores aos espanhóis, deviam ser guerreados e escravizados. A oposição entre estes dois homens levou o rei Carlos V a reunir uma assembleia com teólogos e conselheiros em Valladolid, em junho de 1550. Esperava-se que desta mesma assembleia resultasse uma opinião justa sobre o rumo a dar à colonização da

América. Contudo, a delicadeza da questão e os interesses que estavam em jogo tornaram impossível chegar a uma opinião consistente, e foi já após a morte de Las Casas que, no reinado de Filipe II, se aconselhou a prudência na conversão dos indígenas e se concedeu liberdade aos índios já convertidos.

Historicamente, Las Casas foi considerado um dos maiores defensores dos direitos dos índios e, sobretudo, dos direitos humanos. Numa escala semelhante, em terras brasileiras, o padre António Vieira desempenhou um papel importante na luta contra a opressão dos colonos, face aos indígenas.

.O esforço de enraizamento da presença branca: missionação e miscigenação

As descobertas marítimas proporcionaram um encontro de povos e novas culturas, que resultaram de práticas e métodos um pouco contraditórios: a difusão da religião católica sempre esteve ao lado da espada, ou seja, à medida que se espalhava uma religião que aclamava a paz, fazia-se a guerra. E esta violência estava à vista de todos, visto que ao mesmo tempo que se pregava a religião, se tentavam integrar povos e salvar almas, a escravidão abundava, em conjunto com as conquistas cada vez mais violentas.

E assim, há que notar: a religião foi uma grande força motivadora ao avanço das expansões portuguesa e espanhola – os navegadores, colonizadores e conquistadores viam em Deus um enorme ânimo, estando cientes da necessidade de defender a Cristandade, expandindo a fé e acabando com os infiéis. E desta forma, era natural a bênção e apoio da Igreja Católica aos projectos de expansão dos países da Península Ibérica. E como era mostrado esse apoio? Através de bulas papais, que levavam a que os monarcas ibéricos ficassem senhores do padroado, o que os beneficiava, com grandes privilégios (mas também deveres) nos territórios descobertos. Com as bulas papais, legislavam em matéria religiosa, controlando o envio de missionários, fundando igrejas, capelas eclesiásticas e, por exemplo, nomeando bispos. A acção missionadora, realizada por agostinhos e dominicanos, entre muitos outros, foi um factor importante para conseguir aumentar o número do rebanho de Cristo.

E é assim que se insere o conceito de missionação [consultar Doc.14].

A missionação ibérica, sempre exercida de uma forma militante e ostensiva, foi um importante meio para a aculturação. A catequese, do ponto de vista do colonizador de raça branca, egocêntrico e de mente fechada, constituía ao mesmo tempo uma forma de pregação e de imposição dos seus padrões culturais (por exemplo, na Índia, ao mesmo tempo que a fé em Deus se mostrava com importantes baptismos em massa, a destruição reinava nos tempos templos locais, que eram completamente profanados. Todos estes factores demonstram a enorme intolerância para com o Hinduísmo). No que refere ao território americano, há que notar o esforço dos frades que protegiam os índios da escravização.

Mostra-se aqui um lado positivo, com a existência das reduções ou missões: aldeamentos que proporcionam aos indígenas vários benefícios, tais como a educação religiosa, educação “primária” (ler, escrever…), e ainda a aprendizagem de ofícios e trabalhos agrícolas.

Contudo, houve um ponto de viragem: tanto portugueses como espanhóis perceberam as vantagens de criar um clero indígena, nas terras por si colonizadas. Desta maneira esperava-se uma melhor aceitação, e êxito da missionação. Mesmo assim, sentiram-se dificuldades: a ordenação de sacerdotes indígenas, e entrada nas ordens religiosas, foram dificultadas, visto que o clero indígena era mantido numa posição subvalorizada. Referindo esta subvalorização, há que esclarecer o conceito de miscigenação: é a mistura de grupos étnicos/raciais diferentes. E, produto dessa mesma miscigenação, mestiços e mulatos eram subalternizados.

Apesar de existir um incentivo a essas misturas, por parte das Coroas portuguesa e espanhola, que consideravam a miscigenação como um bom meio de enraizamento da cultura branca nos povos colonizados, a verdade é que a discriminação estava presente. Em diferentes aspectos, essa discriminação era sentida: quando se concorria ao acesso de cargos importantes, ou até no acesso a heranças, os brancos eram privilegiados. O preconceito racial, ainda sentido actualmente, já estava ditado.

Conclusão

Com a realização deste trabalho prático sobre “As novas representações da humanidade na Idade Moderna”, desenvolvi as minhas capacidades a vários níveis. Os objectivos a que me propus no início deste projecto foram atingidos e, por isso, agora sou capaz de identificar o que é o providencialismo, como conceito religioso imperante da Idade Média; o racismo, como sendo uma teoria que afirma a superioridade de certas raças (neste caso, a raça branca, os Europeus) e nela assenta a defesa do direito de dominar ou mesmo suprimir as outras (povos conquistados, como Africanos e Ameríndios): atitude preconceituosa e discriminatória contra indivíduos de determinada(s) raça(s) ou etnia(s); a escravização consequente do racismo, que levou às primeiras manifestações de defesa dos Direitos Humanos, por parte de figuras ilustres, como Frei Bartolomeu de Las Casas e o Padre António Vieira. Sou capaz de reconhecer também os conceitos de missionação e miscigenação, como importantes factores para desenvolvimento e interacção entre povos de diferentes continentes.

Ao aprofundar os meus conhecimentos sobre o encontro de culturas e as dificuldades de aceitação do princípio da unidade do género humano, idealizo, mais fielmente, a “imagem” da época, as colónias dos ibéricos nos locais conquistados e como era o Outro visto pelo Outro, ou seja como o Europeu via os Africanos, os Ameríndios, e como estes viam o Europeu.

Elucidei-me também sobre o esforço de enraizamento da presença branca: missionação e miscigenação, o que suscitou bastante interesse da minha parte.

O apoio da Igreja conduziu à criação de obras missionárias que pregavam os sacramentos da Cristandade aos povos indígenas, através de missas, pregações e catequese.

Considero, portanto, este trabalho bastante produtivo e essencial para um enriquecimento a nível cultural e histórico.

Pierre Reverdy (1889 –1960) foi um famoso poeta francês que proferiu a célebre frase: "O mais sólido e mais duradouro traço de união entre os seres é a barreira.", o que me leva a pensar que, apesar de considerarmos acto bárbaro o da escravização do Homem, todas estas diferenças que se viviam naquela época, tal como o racismo, são, infelizmente, intemporais e mantêm-se mesmo agora, apesar de em menor número. Por isso, devemos aprender com a história, para pararmos, como sociedade, de agir com “normalidade” perante estes actos desumanos.

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